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	<title>#CAR-NK | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
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	<title>#CAR-NK | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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		<title>Sistema imune contra tumor cerebral</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/noticias/oncologia-glioblastoma-celulas-car-nk-cancer-cerebral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 14:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CAR-NK]]></category>
		<category><![CDATA[#CAR-T]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que células imunológicas modificadas com receptor CAR e citocina têm potencial para curar até 67% de camundongos com glioblastoma, abrindo caminho para novos tratamentos </p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/noticias/oncologia-glioblastoma-celulas-car-nk-cancer-cerebral/">Sistema imune contra tumor cerebral</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, conseguiram curar de 40% a 67% dos camundongos com <strong>glioblastoma</strong>, uma das formas mais agressivas de <strong>câncer cerebral</strong>.</p>



<p>Eles inseriram o gene do receptor CAR (<strong>chimeric antigen receptor</strong>), que reconhece o tumor e ativa a resposta imune, em três tipos de <strong>células do sistema imunológico</strong> retiradas do sangue dos animais: linfócitos T, macrófagos e células NK (Natural Killers).</p>



<p>O estudo <a href="https://www.cell.com/cell-reports-medicine/fulltext/S2666-3791(25)00004-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi publicado em 18 de fevereiro na revista <em>Cell</em>.</a> </p>



<p>Além do CAR, que reconhece o tumor e desencadeia a resposta imune, os pesquisadores introduziram um segundo gene, responsável pela produção de <strong>citocina</strong>, uma substância que estimula a inflamação e <strong>potencializa a ação das células imunes</strong>. Em seguida, as células modificadas foram reinseridas na corrente sanguínea dos próprios animais.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Entre os três tipos de células testadas, as NK foram as mais eficazes: após 40 dias, curaram 4 de 6 camundongos (67%). Os macrófagos tiveram uma taxa de cura de 50%, e os linfócitos T, de 40%.</p></blockquote></figure>



<p>A abordagem se assemelha à <strong>terapia CAR-T</strong>, já aprovada para o tratamento de cânceres hematológicos, como linfomas, alguns tipos de leucemia e mieloma múltiplo. No entanto, a CAR-T apresenta <strong>limitações para o tratamento de tumores sólidos</strong>. </p>



<p>“Sem a citocina, as células imunes com o receptor CAR tiveram pouco efeito sobre o tumor: aumentaram ligeiramente a sobrevida dos camundongos, mas não os curaram”, escreveram os autores do estudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Desenvolvimento de novas terapias</mark></strong></h2>



<p>Os pesquisadores sugerem que as terapias CAR-NK e CAR-macrófagos são alternativas promissoras aos linfócitos T modificados, pois apresentam menor risco de inflamação excessiva, um dos desafios da terapia CAR-T (<a href="https://academiadigitalqas.einstein.br/oe/2031/video" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saiba mais sobre terapias com células CAR-NK</a>).</p>



<p>A bióloga molecular Erica Heipertz, da empresa norte-americana de biotecnologia Thermo Fisher Scientific, que não participou do estudo, também acredita no potencial da terapia CAR-NK.</p>



<p>Segundo ela, esse tipo de célula é especialmente seguro e não causou efeitos colaterais graves em ensaios clínicos com humanos, mesmo quando derivado de doadores – algo que não ocorre com a terapia CAR-T. </p>



<p>“As células NK podem ser mais uma opção para tumores do sangue ou, talvez, até para tratar tumores sólidos”, afirmou Heipertz ao site da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Diferencial</mark></strong></h2>



<p>Outro diferencial do estudo foi o uso de camundongos com sistema imunológico intacto. Normalmente, pesquisas desse tipo são conduzidas em animais com o sistema imune suprimido, o que limita a compreensão das interações entre tumor e sistema imunológico.</p>



<p>Além de testar a eficácia dos diferentes tipos de células, os pesquisadores detalharam seus mecanismos de ação, o que pode auxiliar no desenvolvimento de novas terapias. Os linfócitos T modificados foram os que mais infiltraram o tumor, mas se acumularam menos sobre ele em comparação com as células NK e os macrófagos. </p>



<p>Os resultados reforçam a necessidade de explorar diferentes estratégias de engenharia genética para enfrentar tumores sólidos. “Entender as vantagens e limitações de diferentes células do sistema imune é crucial para desenvolver as próximas gerações de imunoterapias celulares”, concluem os pesquisadores.</p>



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                <h3>Como funciona a terapia com células CAR?</h3>
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                <p>Células do sistema imunológico são modificadas geneticamente para reconhecer e atacar tumores, potencializando a resposta imune.</p>
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                <h3>Qual a diferença entre CAR-T, CAR-NK e CAR-macrófagos?</h3>
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            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p><strong>• CAR-T:</strong> eficaz contra cânceres do sangue, mas com risco de inflamação excessiva.</p>
<p><strong>• CAR-NK:</strong> mais seguro e promissor para tumores sólidos.</p>
<p><strong>• CAR-macrófagos:</strong> podem atuar melhor no microambiente tumoral.</p>
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                <h3>Por que a citocina é importante no tratamento?</h3>
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                <p>Ela estimula a inflamação, auxiliando as células CAR a combater o tumor de forma mais eficaz.</p>
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                <h3>Por que o estudo usou camundongos com sistema imune intacto?</h3>
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                <p>Isso permite entender melhor como o tumor e o sistema imunológico interagem, auxiliando no desenvolvimento de novas terapias.</p>
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