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	<title>Arquivos #desigualdades de gênero | Science Arena</title>
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	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
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	<title>Arquivos #desigualdades de gênero | Science Arena</title>
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		<title>Desigualdades de gênero em conselhos editoriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Pierro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 18:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[#carreira científica]]></category>
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		<category><![CDATA[#mulheres na ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representatividade feminina nos conselhos de revistas médicas da América Latina e Caribe é uma das menores do mundo </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A sub-representação das mulheres em diversos campos do conhecimento é tema de extensa literatura e motivo de preocupação na academia. Afinal, constitui não apenas uma grande desvantagem para a progressão na carreira das mulheres, mas também para os resultados dos próprios periódicos.</p>



<p>Um estudo com foco em revistas de cirurgia, anestesiologia e ginecologia e obstetrícia da América Latina e Caribe, <a href="https://www.researchgate.net/publication/366769720_Women_Representation_on_Editorial_Boards_in_Latin_America_Journals_Promoting_Gender_Equity_in_Academic_Surgery_Anesthesia_and_Obstetrics" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado</a><strong> </strong>pelo <em>World Journal of Surgery</em>, mostrou que a situação por aqui também é preocupante.</p>



<p>O trabalho, assinado por pesquisadoras de Brasil, Argentina, Estados Unidos, Rússia e Canadá, evidencia que as mulheres compõem apenas 17% dos cargos nos conselhos editoriais de revistas científicas das especialidades analisadas.</p>



<p>Foram avaliados 19 dos 25 periódicos em atividade selecionados no portal <em>Scimago Journal and Country Rank</em> (SJR). Destes, nove eram de cirurgia, três de anestesiologia e sete de ginecologia e obstetrícia, de cinco países: Brasil, Colômbia, Chile, México e Cuba. Foram levantados 1.320 nomes de participantes dos conselhos editoriais nos sites das revistas.</p>



<p>Os membros foram classificados em três grandes categorias: sênior (editores-chefes, cargos especializados, cargos honorários); acadêmicos (cargos no conselho editorial nacional, revisor, cargos no conselho editorial acadêmico internacional) e não acadêmicos (cargos não acadêmicos, administrativos).</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>As mulheres ficam mais na base da pirâmide. Não foi encontrada nenhuma em cargo honorário. </p></blockquote></figure>



<p>Elas ocupam 14,3% das funções acadêmicas, 28,9% das funções sênior e 38,4% das não acadêmicas. No subgrupo da categoria sênior, ocupam 31,5% das posições especializadas, como editor-associado e editor-executivo. No cargo de editor-chefe, somaram 25%.</p>



<p>Nas posições acadêmicas, as mulheres desempenharam mais funções de revisoras (31,3%) do que posições editoriais acadêmicas internacionais (10%) ou nacionais (13,8%). </p>



<p>Da mesma forma, as mulheres ocuparam mais cargos não acadêmicos (100%), do que administrativos (20%). O levantamento revelou ainda que as revistas focadas em cirurgia têm uma proporção menor de mulheres (7,7%) em comparação com anestesia (25,5%) e ginecologia e obstetrícia (31,5%).</p>



<p>A proporção de mulheres nos conselhos editoriais aumenta de acordo com o número de médicas nos países analisados. Apenas um conselho editorial das 19 revistas apresentou mais de 50% de mulheres em sua equipe: o da <em>Revista Cubana de Obstetrícia e Ginecologia</em>.</p>



<p>A falta de representação feminina nos conselhos editoriais em outros países também foi alvo de estudos: nos Estados Unidos, 14% dos membros eram mulheres. No Reino Unido, 17,2% (e nenhuma editora-chefe). Outro estudo feito sobre América Latina, abordando outras áreas médicas, chegou à porcentagem de apenas 12,9% de mulheres nos conselhos editoriais.</p>



<p>As autoras atribuem o quadro a fenômenos como o “leaky pipeline”, no qual a proporção de mulheres diminui à medida que o grau de importância e hierarquia do cargo aumenta, e “teto de vidro”, que se refere às barreiras sistêmicas invisíveis que impedem pessoas qualificadas de avançar na hierarquia de uma organização.</p>



<p>Posições em conselhos editoriais proporcionam oportunidades que podem auxiliar na progressão da carreira. </p>



<p>Ao mesmo tempo, a integração de mulheres em conselhos editoriais pode melhorar o desempenho dos periódicos, uma vez que grupos de trabalho socialmente diversos desenvolvem pesquisas e inovações de maior qualidade e, assim, recebem mais citações, mais financiamento e têm uma organização mais eficiente.</p>



<p>“Nossas descobertas destacam a necessidade de estratégias regionais para promover as carreiras femininas nas especialidades de cirurgia, anestesiologia e ginecologia e obstetrícia”, resumem.</p>
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