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	<title>#pesquisaclínica | Science Arena</title>
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	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
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	<title>#pesquisaclínica | Science Arena</title>
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		<title>Daraxonrasib: a história do remédio que demorou 44 anos para ser desenvolvido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura Indicada]]></category>
		<category><![CDATA[#câncer]]></category>
		<category><![CDATA[#ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem do The New York Times narra quatro décadas de pesquisa que culminaram no desenvolvimento do daraxonrasib, droga que dobrou a sobrevida de pacientes com tumor pancreático metastático</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/leitura-indicada/daraxonrasib-a-historia-remedio-que-demorou-44-anos-para-ser-desenvolvido/">Daraxonrasib: a história do remédio que demorou 44 anos para ser desenvolvido</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O QUE RECOMENDO?</strong></h2>



<p>Recomendo a reportagem<a href="https://www.nytimes.com/2026/05/12/health/pancreatic-cancer-daraxonrasib-kras.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> &#8220;How an &#8216;Impossible&#8217; Idea Led to a Pancreatic Cancer Breakthrough&#8221;</a>, publicada pelo <em>The New York Times</em> em 12 de maio de 2026 e assinada por Gina Kolata e Rebecca Robbins. Para escrevê-la, as jornalistas entrevistaram 27 cientistas, médicos e participantes de ensaios clínicos.</p>



<p>O texto reconstrói a história de uma descoberta que levou mais de quatro décadas para chegar ao paciente — e que por muito tempo foi declarada impossível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>POR QUE ESTE TEXTO É RELEVANTE?</strong></h2>



<p>A reportagem do <em>Times</em> é jornalismo científico de fôlego: 27 fontes, linha do tempo de 44 anos e personagens que carregam o peso de apostas feitas contra o consenso. Kevan Shokat, da Universidade da Califórnia em San Francisco, passou cinco anos triando 500 moléculas atrás de uma fissura numa proteína que o campo inteiro havia descartado. Greg Verdine, de Harvard, foi buscar na natureza uma solução que a química convencional não conseguia imaginar. Ambos foram ignorados ou ridicularizados por pesquisadores &#8220;eminentes&#8221; — e continuaram.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;Cada avanço levou a mais um descarte de dogma e à descoberta de que o que todo mundo assumia como verdade não era&#8221;, disse Adrienne Cox, da Universidade da Carolina do Norte</p></blockquote></figure>



<p>A reportagem também documenta o custo real de um consenso equivocado. A ideia de que a proteína KRAS era inacessível a fármacos não era uma posição marginal: era a posição dominante. Empresas saíram do campo. Financiamentos foram negados. A reportagem é um caso de estudo sobre os limites da autoridade científica e sobre o que se perde quando ela não é questionada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O QUE FAZ DESTE TEXTO UMA LEITURA IMPERDÍVEL?</strong></h2>



<p>Há dois momentos no texto que valem a leitura sozinhos.</p>



<p>O primeiro é o perfil de Rhea Caras, advogada aposentada diagnosticada em 2023 com câncer de pâncreas metastático e informada de que teria meses de vida. Dois anos depois, ela ainda toma seus comprimidos diariamente e planeja uma viagem ao Havaí com a família. &#8220;Tenho quase certeza de que não estaria viva sem essa droga&#8221;, ela diz. &#8220;Estou vivendo uma vida bastante boa, e não esperava isso.&#8221;</p>



<p>O segundo é Robert Weinberg. Em 1982, o cientista do MIT fez uma das descobertas seminais sobre o papel dos genes RAS no câncer. Em entrevista concedida este mês, aos 83 anos, ele comentou que levou 44 anos para que pacientes se beneficiassem de seu trabalho e que viveu para ver isso acontecer. &#8220;Teria sido bom se o Senhor tivesse nos mandado algo mais fácil de atacar&#8221;, ele disse. &#8220;Mas não foi o que aconteceu.&#8221;</p>
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