<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Conteúdos sobre #terapia celular | Artigos, Pesquisas e Estudos | Science Arena</title>
	<atom:link href="https://www.sciencearena.org/tag/terapia-celular-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Jul 2025 14:01:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.1</generator>

<image>
	<url>https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/06/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>Conteúdos sobre #terapia celular | Artigos, Pesquisas e Estudos | Science Arena</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>É preciso mitigar a doença renal do diabetes</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/ensaios/mitigacao-da-doenca-renal-do-diabetes-interfere-na-morbimortalidade-de-pacientes/</link>
					<comments>https://www.sciencearena.org/ensaios/mitigacao-da-doenca-renal-do-diabetes-interfere-na-morbimortalidade-de-pacientes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[#banco de células]]></category>
		<category><![CDATA[#células-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[#diabetes mellitus]]></category>
		<category><![CDATA[#doença renal do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[#terapia celular]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sciencearena.org/?p=6195</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desenvolver novas terapias é essencial para diminuir impactos do diabetes mellitus em pessoas acometidas pela doença</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/ensaios/mitigacao-da-doenca-renal-do-diabetes-interfere-na-morbimortalidade-de-pacientes/">É preciso mitigar a doença renal do diabetes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>diabetes mellitus (DM)</strong> é uma <strong>doença crônica não-transmissível</strong> que afeta 10% da população mundial, independentemente de idade, sexo ou raça.&nbsp;</p>



<p>Didaticamente, o DM é classificado em tipo 1 (DM1), com componente <strong>autoimune</strong>, e tipo 2 (DM2), de <strong>herança genética</strong> e associada a <strong>fatores de risco</strong> bem conhecidos, como idade, <strong>obesidade e sedentarismo</strong>.&nbsp;</p>



<p>A doença renal do diabetes (DRD) é uma das <strong>complicações crônicas do DM</strong>, fazendo parte do espectro do acometimento sistêmico desta doença juntamente com <strong>alterações da visão e da circulação</strong>, <strong>neuropatia</strong> e eventos <strong>cárdio-cerebrovasculares</strong>.&nbsp;</p>



<p>O <strong>diagnóstico laboratorial da DRD</strong> – principal causa de necessidade de terapia substitutiva da função renal no mundo – está fundamentado na avaliação da redução da taxa de <strong>filtração glomerular</strong> e na presença de <strong>albuminúria</strong>, os quais indicam problemas renais.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, o desenvolvimento de terapias que evitem a progressão da DRD para estágios mais avançados é de suma importância para reduzir o <strong>impacto da morbimortalidade</strong> desta doença.&nbsp;</p>



<p>Dentre as terapias disponíveis atualmente, destacam-se <strong>medidas não-farmacológicas</strong>, como a incorporação de hábitos de vida saudáveis, e <strong>medidas farmacológicas</strong>, que buscam o <strong>controle da glicemia</strong>, da albuminúria, da <strong>pressão arterial</strong> e da <strong>dislipidemia</strong> (desequilíbrio nos níveis de gordura no sangue).</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Na progressão da DRD, várias vias de sinalização se encontram desreguladas, como <strong>vias de inflamação</strong>,<strong> estresse oxidativo</strong>,<strong> morte celular</strong>,<strong> autofagia</strong>,<strong> fibrose </strong>e <strong>senescência</strong>, o que torna o tratamento da DRD um dos maiores desafios da prática clínica atual. </p></blockquote></figure>



<p>Os pilares da terapia farmacológica para a DRD contemplam suas <strong>bases patofisiológicas</strong>, tendo como alvo o controle das <strong>disfunções metabólicas</strong>, <strong>hemodinâmicas</strong> <strong>e</strong> <strong>inflamatórias</strong>.&nbsp;</p>



<p>Essa terapia inclui a combinação dos <strong>bloqueadores do sistema renina-angiotensina-aldosterona</strong> (SRAA), <strong>inibidores do co-transporte sódio-glicose-2</strong> (iSGLT2), os <strong>agonistas do glucagon-like peptide-1</strong> (GLP-1) e <strong>antagonistas dos receptores mineralocorticoides</strong>.&nbsp;</p>



<p>Esse arsenal terapêutico farmacológico e não-farmacológico contribui substancialmente para mitigar a progressão da DRD e reduzir outras complicações, particularmente os eventos cárdio-cerebrovasculares.&nbsp;</p>



<p>Numericamente, nos pacientes com DRD que utilizam os <strong>bloqueadores do </strong><strong>SRAA</strong><strong> e iSGLT2</strong>, a queda anual da taxa de filtração glomerular reduz de aproximadamente 10 ml/min/1,73 m<sup>2</sup> para 2-3 ml/min/1,73 m<sup>2</sup>. No entanto, esta redução persiste ainda em valores superiores quando comparados à redução da população geral acima de 40 anos (~ 0,7-0,9 ml/min/1,73 m<sup>2</sup>).&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Novas terapias</h2>



<p>Nesse cenário, novas terapias são necessárias para diminuir o impacto do DM em diversos órgãos e melhorar a qualidade de vida de pacientes acometidos por esta doença.&nbsp;</p>



<p>Para o DM1, pesquisas envolvendo a diferenciação de células em <strong>embrionárias</strong> e em <strong>pancreáticas</strong> humanas estabeleceram as bases científicas para estudos mais recentes, utilizando <strong>fibroblastos autólogos</strong> reprogramados para se diferenciarem em <strong>células produtoras de insulina</strong>, com resultados iniciais promissores.&nbsp;</p>



<p>O <strong>potencial terapêutico</strong> das células derivadas da <strong>medula óssea</strong>, incluindo <strong>hematopoiéticas</strong> e <strong>mesenquimais</strong>, tem sido avaliado em relação ao seu rico <strong>secretoma</strong> (conjunto de proteínas e moléculas secretadas pela superfície celular) e ao impacto na modulação das vias desreguladas do DM.&nbsp;</p>



<p>No entanto, as análises dos <strong>desfechos de segurança e eficácia</strong> da terapia celular para o DM1, principalmente a longo prazo, estão ainda em fase inicial. Outra abordagem inclui o uso de <strong>ilhotas pancreáticas</strong> de doadores falecidos para restaurar o <em>pool</em> de células produtoras de insulina.&nbsp;</p>



<p>Vários avanços já foram documentados, como adequação do número de ilhotas, seu encapsulamento para mitigar o efeito do sistema imunológico e a avaliação de diversos sítios para sua infusão, dentre outros.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Apesar de ser uma terapia segura e eficaz, o transplante de ilhotas requer o uso de medicações <strong>imunossupressoras</strong> que podem afetar o próprio funcionamento destas ilhotas e causar outros eventos diversos, como infecção e alterações da função renal. </p></blockquote></figure>



<p>Por outro lado, o tratamento do DM1 tem sido amplamente refinado com o uso de esquemas eficazes de <strong>insulina de longa ação</strong> combinada com insulinas de ação rápida ou ultrarrápida e contagem de carboidratos, além da disponibilidade do uso da bomba de insulina.&nbsp;</p>



<p>A verificação em tempo real dos <strong>valores glicêmicos</strong> tem adicionado maiores segurança e eficácia ao controle da glicemia, ao mesmo tempo em que permitem a individualização do tratamento.&nbsp;</p>



<p>Outras inovações tecnológicas incluem a administração semanal de insulina e o uso do sistema automatizado de infusão de insulina, também conhecido por&nbsp;“pâncreas artificial”, o que permite a liberação da dose ideal de insulina para o controle glicêmico.</p>



<p>No caso de pacientes com DM2, existe inicialmente uma resistência à ação da insulina, e antidiabéticos são administrados por via oral ou via subcutânea. Numa fase mais avançada da doença, o esquema terapêutico para esses pacientes passa a incluir insulina.&nbsp;</p>



<p>Em relação às <strong>terapias celulares</strong> para pacientes com DM2, em particular com <strong>células-tronco</strong> mesenquimais, grandes desafios ainda necessitam ser superados.&nbsp;</p>



<p>Essas células podem ser obtidas de diversas fontes, como medula óssea, <strong>tecido adiposo</strong> e <strong>cordão umbilical</strong>, dentre outros. No entanto, pacientes com DM2 geralmente têm idade mais avançada do que os pacientes com DM1, e apresentam múltiplas comorbidades quando a DRD é diagnosticada.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, as <strong>propriedades biológicas</strong> das células-tronco mesenquimais podem encontrar-se reduzidas, limitando seu potencial terapêutico na prática clínica. Além disso, a <strong>hiperglicemia crônica</strong> promove <strong>alterações gênicas</strong>, estruturais e funcionais no nicho das células-tronco mesenquimais, comprometendo ainda mais seu potencial terapêutico.&nbsp;</p>



<p>No entanto, as células-tronco mesenquimais são desprovidas de <strong>antígenos</strong> classe II do <strong>sistema HLA</strong> (<em>human leukocyte antigens</em>), permitindo que elas sejam “imuno-privilegiadas” e não sejam rejeitadas quando obtidas de outro indivíduo saudável, além de não se diferenciarem significativamente em outros tipos celulares quando infundidas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Bancos celulares</h2>



<p>Essas particularidades abrem a perspectiva da criação de <strong>bancos de células-tronco mesequimais</strong>, as quais poderão ser utilizadas para tratamento de diversas doenças de forma “off-the-shelf”.&nbsp;</p>



<p>Estudos iniciais com essas células em pacientes com DRD e DM2 demonstraram segurança e eficácia para preservação da função renal. No entanto, vários aspectos têm sido debatidos na literatura, como os números ideais de células e infusões, o intervalo das infusões e via de administração.&nbsp;</p>



<p>A padronização do uso dessas células por meio de diretrizes tem permitido a comparação adequada entre os estudos e a normatização da análise dos desfechos de segurança e eficácia.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, não apenas <strong>parâmetros de infecção</strong> e <strong>estabilidade cromossômica</strong> são analisados, como também sua caracterização, por meio de <strong>imunofenotipagem</strong>, <strong>diferenciação</strong> e <strong>potência</strong>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Um ponto em comum para o uso da terapia celular em pacientes com DM1 e DM2 é o controle adequado da glicemia durante a infusão das células, para que mantenham um funcionamento eficaz.</p></blockquote></figure>



<p>Além disso, o potencial das células-tronco mesenquimais pode ser incrementado pelo condicionamento <strong>pré-infusão</strong>, incluindo condições reduzidas de oxigênio (<strong>hipóxia</strong>), medicamentos, fatores de crescimento e <strong>transfecção gênica</strong>.&nbsp;</p>



<p>O uso do secretoma dessas células (exossomos e microvesículas) também tem sido explorado no cenário do DM e DRD.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nosso grupo de pesquisa no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein tem investigado o <strong>potencial terapêutico</strong> das células-tronco mesenquimais e de medicações comumente utilizadas em pacientes com DM2 (<strong>empagliflozina</strong> e <strong>semaglutida</strong>) por meio da compreensão da modulação das vias de sinalização de inflamação, estresse oxidativo, morte celular e autofagia.</p>



<p>Para isso, utilizamos um modelo de camundongos geneticamente modificados de DM2 e obesidade, que apresentam alterações estruturais e funcionais renais semelhantes a seres humanos, o que os torna o modelo ideal para avaliação da segurança e eficácia de novas terapias.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, o entendimento biológico da <strong>modulação das vias de sinalização</strong> que se encontram desreguladas no DM2 e obesidade, com o uso da <strong>terapia</strong> <strong>multialvo</strong>, permitirá o avanço dos estudos em seres humanos no cenário da <strong>pesquisa pré-clínica</strong>.&nbsp;</p>



<p>Assim, essa plataforma de pesquisa corrobora a importância dos estudos do tipo <strong>bancada-paciente-bancada</strong> para a definição da melhor <strong>abordagem terapêutica</strong> para doenças complexas e multifacetadas como DM e DRD.</p>



<p><strong>Érika Bevilaqua Rangel</strong> <em>é médica, mestre e doutora em nefrologia e professora do Programa de Pós-Graduação do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, onde realiza pesquisas com células-tronco e coordena o Núcleo de Inteligência Einstein (NIE), criado para gerar informações claras e confiáveis sobre a covid-19 para profissionais da saúde e população. Coordenadora do Departamento de Fisiologia e Fisiopatologia Renal da Sociedade Brasileira de Nefrologia, é também professora adjunta de Nefrologia na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</em></p>



<p><strong>Os artigos opinativos não refletem necessariamente a visão do Science Arena e do Hospital Israelita Albert Einstein</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/ensaios/mitigacao-da-doenca-renal-do-diabetes-interfere-na-morbimortalidade-de-pacientes/">É preciso mitigar a doença renal do diabetes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sciencearena.org/ensaios/mitigacao-da-doenca-renal-do-diabetes-interfere-na-morbimortalidade-de-pacientes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistema imune contra tumor cerebral</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/noticias/oncologia-glioblastoma-celulas-car-nk-cancer-cerebral/</link>
					<comments>https://www.sciencearena.org/noticias/oncologia-glioblastoma-celulas-car-nk-cancer-cerebral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 14:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CAR-NK]]></category>
		<category><![CDATA[#CAR-T]]></category>
		<category><![CDATA[#sistema imunológico]]></category>
		<category><![CDATA[#terapia celular]]></category>
		<category><![CDATA[#terapias avançadas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sciencearena.org/?p=5833</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que células imunológicas modificadas com receptor CAR e citocina têm potencial para curar até 67% de camundongos com glioblastoma, abrindo caminho para novos tratamentos </p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/noticias/oncologia-glioblastoma-celulas-car-nk-cancer-cerebral/">Sistema imune contra tumor cerebral</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, conseguiram curar de 40% a 67% dos camundongos com <strong>glioblastoma</strong>, uma das formas mais agressivas de <strong>câncer cerebral</strong>.</p>



<p>Eles inseriram o gene do receptor CAR (<strong>chimeric antigen receptor</strong>), que reconhece o tumor e ativa a resposta imune, em três tipos de <strong>células do sistema imunológico</strong> retiradas do sangue dos animais: linfócitos T, macrófagos e células NK (Natural Killers).</p>



<p>O estudo <a href="https://www.cell.com/cell-reports-medicine/fulltext/S2666-3791(25)00004-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi publicado em 18 de fevereiro na revista <em>Cell</em>.</a> </p>



<p>Além do CAR, que reconhece o tumor e desencadeia a resposta imune, os pesquisadores introduziram um segundo gene, responsável pela produção de <strong>citocina</strong>, uma substância que estimula a inflamação e <strong>potencializa a ação das células imunes</strong>. Em seguida, as células modificadas foram reinseridas na corrente sanguínea dos próprios animais.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Entre os três tipos de células testadas, as NK foram as mais eficazes: após 40 dias, curaram 4 de 6 camundongos (67%). Os macrófagos tiveram uma taxa de cura de 50%, e os linfócitos T, de 40%.</p></blockquote></figure>



<p>A abordagem se assemelha à <strong>terapia CAR-T</strong>, já aprovada para o tratamento de cânceres hematológicos, como linfomas, alguns tipos de leucemia e mieloma múltiplo. No entanto, a CAR-T apresenta <strong>limitações para o tratamento de tumores sólidos</strong>. </p>



<p>“Sem a citocina, as células imunes com o receptor CAR tiveram pouco efeito sobre o tumor: aumentaram ligeiramente a sobrevida dos camundongos, mas não os curaram”, escreveram os autores do estudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Desenvolvimento de novas terapias</mark></strong></h2>



<p>Os pesquisadores sugerem que as terapias CAR-NK e CAR-macrófagos são alternativas promissoras aos linfócitos T modificados, pois apresentam menor risco de inflamação excessiva, um dos desafios da terapia CAR-T (<a href="https://academiadigitalqas.einstein.br/oe/2031/video" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saiba mais sobre terapias com células CAR-NK</a>).</p>



<p>A bióloga molecular Erica Heipertz, da empresa norte-americana de biotecnologia Thermo Fisher Scientific, que não participou do estudo, também acredita no potencial da terapia CAR-NK.</p>



<p>Segundo ela, esse tipo de célula é especialmente seguro e não causou efeitos colaterais graves em ensaios clínicos com humanos, mesmo quando derivado de doadores – algo que não ocorre com a terapia CAR-T. </p>



<p>“As células NK podem ser mais uma opção para tumores do sangue ou, talvez, até para tratar tumores sólidos”, afirmou Heipertz ao site da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Diferencial</mark></strong></h2>



<p>Outro diferencial do estudo foi o uso de camundongos com sistema imunológico intacto. Normalmente, pesquisas desse tipo são conduzidas em animais com o sistema imune suprimido, o que limita a compreensão das interações entre tumor e sistema imunológico.</p>



<p>Além de testar a eficácia dos diferentes tipos de células, os pesquisadores detalharam seus mecanismos de ação, o que pode auxiliar no desenvolvimento de novas terapias. Os linfócitos T modificados foram os que mais infiltraram o tumor, mas se acumularam menos sobre ele em comparação com as células NK e os macrófagos. </p>



<p>Os resultados reforçam a necessidade de explorar diferentes estratégias de engenharia genética para enfrentar tumores sólidos. “Entender as vantagens e limitações de diferentes células do sistema imune é crucial para desenvolver as próximas gerações de imunoterapias celulares”, concluem os pesquisadores.</p>



<div  class="custom-block acordeon-sa ">
    <dl class="acordeon-itens" aria-label="Clique no item para exibir sua definição">

        
        <div class="ac-item">
            <dt class="ac-titulo" role="button">
                <h3>Como funciona a terapia com células CAR?</h3>
            </dt>
            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p>Células do sistema imunológico são modificadas geneticamente para reconhecer e atacar tumores, potencializando a resposta imune.</p>
            </dd>
        </div>

        
        <div class="ac-item">
            <dt class="ac-titulo" role="button">
                <h3>Qual a diferença entre CAR-T, CAR-NK e CAR-macrófagos?</h3>
            </dt>
            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p><strong>• CAR-T:</strong> eficaz contra cânceres do sangue, mas com risco de inflamação excessiva.</p>
<p><strong>• CAR-NK:</strong> mais seguro e promissor para tumores sólidos.</p>
<p><strong>• CAR-macrófagos:</strong> podem atuar melhor no microambiente tumoral.</p>
            </dd>
        </div>

        
        <div class="ac-item">
            <dt class="ac-titulo" role="button">
                <h3>Por que a citocina é importante no tratamento?</h3>
            </dt>
            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p>Ela estimula a inflamação, auxiliando as células CAR a combater o tumor de forma mais eficaz.</p>
            </dd>
        </div>

        
        <div class="ac-item">
            <dt class="ac-titulo" role="button">
                <h3>Por que o estudo usou camundongos com sistema imune intacto?</h3>
            </dt>
            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p>Isso permite entender melhor como o tumor e o sistema imunológico interagem, auxiliando no desenvolvimento de novas terapias.</p>
            </dd>
        </div>

        
    </dl>
    
</div>


<script>

    jQuery(function ($) {

        $(document).ready(function () {

            $('.acordeon-itens .ac-titulo').off('click');

            $('.acordeon-itens .ac-titulo').click(function () {

                let conteudo = $(this).next('.ac-conteudo');
                let item = $(this).parent('.ac-item');

                if(item.hasClass('ac-aberto')) {
                    conteudo.slideUp();
                    item.removeClass('ac-aberto');
                } else {
                    $('.ac-conteudo').slideUp();
                    $('.ac-conteudo').parent().removeClass('ac-aberto');
                    conteudo.slideDown(function() {
                        $('html,body').animate({
                            scrollTop: $(item).offset().top-150
                        }, 500);
                    });
                    item.addClass('ac-aberto');

                }

            });

        });

    });

</script><p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/noticias/oncologia-glioblastoma-celulas-car-nk-cancer-cerebral/">Sistema imune contra tumor cerebral</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sciencearena.org/noticias/oncologia-glioblastoma-celulas-car-nk-cancer-cerebral/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terapias avançadas: webinar discute desafios no controle de qualidade</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/carreiras/terapias-avancadas-webinar-discute-controle-de-qualidade-embrapii/</link>
					<comments>https://www.sciencearena.org/carreiras/terapias-avancadas-webinar-discute-controle-de-qualidade-embrapii/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Pierro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 15:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[#Embrapii]]></category>
		<category><![CDATA[#terapia celular]]></category>
		<category><![CDATA[#terapia gênica]]></category>
		<category><![CDATA[#terapias avançadas]]></category>
		<category><![CDATA[#webinar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sciencearena.org/?p=5661</guid>

					<description><![CDATA[<p>Evento virtual gratuito no dia 11 de março vai debater o controle de qualidade de produtos de terapias avançadas</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/terapias-avancadas-webinar-discute-controle-de-qualidade-embrapii/">Terapias avançadas: webinar discute desafios no controle de qualidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://www.einstein.br/pesquisa/terapias-avancadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro de Competência EMBRAPII Einstein em Terapias Avançadas</a>&nbsp;(CCTA) realizará, no dia&nbsp;<strong>11 de março</strong>, <strong>às 10h (GMT-3 – Horário de Brasília)</strong>, um&nbsp;<mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color"><a href="https://events.teams.microsoft.com/event/d13bce1f-79f1-4dfb-9da7-58ebf906e840@6dc28345-3048-49c1-beca-d5cad28a8f77" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>webinar gratuito</em></a>&nbsp;</mark>para discutir os principais desafios no controle de qualidade de produtos de <strong>terapias avançadas</strong>.</p>



<p>A apresentação será feita pela bióloga <strong><a href="http://lattes.cnpq.br/6794475897477626" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Juliana Godoy</a></strong>, doutora em biologia celular e estrutural pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com período sanduíche nas universidades de Indiana e Purdure, nos Estados Unidos. Especialista em <strong>terapia celular</strong>, Godoy atualmente é pesquisadora do CCTA e coordena o curso de pós-graduação em Terapia Celular/Gênica do Einstein. </p>



<p>Entre os projetos conduzidos pela pesquisadora, destaca-se um estudo sobre o uso de células-tronco mesenquimais (aquelas capazes de migrar e invadir tecidos) de líquido amniótico para uso clínico como terapia de células-tronco transamnióticas em pacientes com <strong>gastrosquise</strong> — malformação congênita que acontece quando a parede abdominal do bebê se abre, fazendo com que o intestino saia para fora.</p>



<p>Também conhecida como TRASCET (<em>transamniotic stem cell therapy</em>), a alternativa terapêutica estudada por Godoy e sua equipe busca&nbsp;<strong>corrigir anomalias congênitas</strong>&nbsp;em estágios iniciais, diretamente no <strong>ambiente uterino</strong>, reduzindo assim os riscos e ampliando as possibilidades de tratamento precoce.</p>



<p>A mediação ficará a cargo da bióloga <strong>Renata Parca</strong>, especialista em vigilância sanitária da Gerência de Sangue, Tecidos, Células, Órgãos e Produtos de Terapias Avançadas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>



<figure class="wp-block-pullquote has-text-align-left"><blockquote><p><strong>Detalhes do evento:</strong><br><strong>Data: </strong>Terça-feira, 11 de março.<br><strong>Horário:</strong> 10h às 11h (BRT).<br><strong>Local:</strong> On-line.<br><strong>Inscrições:</strong> <a href="https://events.teams.microsoft.com/event/d13bce1f-79f1-4dfb-9da7-58ebf906e840@6dc28345-3048-49c1-beca-d5cad28a8f77" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">CLIQUE AQUI</mark></strong></a>.<br>A inscrição é gratuita e haverá emissão de certificado de participação.</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#7bdcb5" class="has-inline-color has-black-color">Terapias avançadas e o CCTA</mark></strong></h2>



<p>Sediado no Hospital Israelita Albert Einstein desde o início de 2024, o <a href="https://www.einstein.br/pesquisa/terapias-avancadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro de Competência Embrapii Einstein em Terapias Avançadas</a> (CCTA) tem a finalidade de avançar no estudo de terapias avançadas para tratamentos inovadores contra doenças ainda sem terapias resolutivas.</p>



<p>O principal objetivo é desenvolver pesquisas que buscam soluções de fronteira a partir da potencialização ou modificação da atuação de células humanas. O CCTA recebeu aporte de R$ 15 milhões da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), provenientes do Ministério da Saúde, e mais R$ 15 milhões da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).</p>



<p>O desenvolvimento de terapias avançadas inclui a criação de produtos biológicos terapêuticos a partir de células e tecidos humanos fabricados ou reformulados artificialmente, ou baseados em DNA recombinante. O objetivo é reparar, adicionar, substituir ou remover uma sequência genética ou modificar a expressão de um gene, de acordo com informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). </p>



<p>O CCTA busca atuar como uma plataforma de pesquisa básica e aplicada, capaz de gerar conhecimento sobre doenças ainda sem terapias satisfatórias, como vários tipos de câncer.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/terapias-avancadas-webinar-discute-controle-de-qualidade-embrapii/">Terapias avançadas: webinar discute desafios no controle de qualidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sciencearena.org/carreiras/terapias-avancadas-webinar-discute-controle-de-qualidade-embrapii/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Webinar discute inovações em terapia intrauterina</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/carreiras/webinar-celulas-tronco-transamniotica/</link>
					<comments>https://www.sciencearena.org/carreiras/webinar-celulas-tronco-transamniotica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Pierro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 21:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[#células-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[#Embrapii]]></category>
		<category><![CDATA[#medicina fetal]]></category>
		<category><![CDATA[#terapia celular]]></category>
		<category><![CDATA[#TRANSCET]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sciencearena.org/?p=4795</guid>

					<description><![CDATA[<p>Evento gratuito reúne especialistas para debater avanços da terapia transamniótica com células-tronco no tratamento de doenças congênitas</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/webinar-celulas-tronco-transamniotica/">Webinar discute inovações em terapia intrauterina</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://www.einstein.br/pesquisa/terapias-avancadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro de Competência EMBRAPII Einstein em Terapias Avançadas</a> (CCTA) promoverá, no dia <strong>12 de novembro</strong>, um <a href="https://events.teams.microsoft.com/event/285b136c-587e-43ac-8d3e-a71608eba449@6dc28345-3048-49c1-beca-d5cad28a8f77" target="_blank" rel="noreferrer noopener">webinar gratuito</a> dedicado a uma das áreas mais inovadoras e promissoras da <strong>medicina fetal</strong>: a <strong>terapia com</strong> <strong>células-tronco transamniótica</strong> (TRASCET).</p>



<p>Liderado pelo cirurgião pediátrico brasileiro <a href="https://www.childrenshospital.org/directory/dario-fauza" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dario Fauza</a>, professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, o evento on-line apresentará o estado da arte dessa tecnologia pioneira, desenvolvida com o objetivo de <strong>tratar doenças congênitas antes do nascimento</strong>.</p>



<p>A terapia com células-tronco transamniótica, também conhecida como TRASCET (transamniotic stem cell therapy), busca <strong>corrigir anomalias congênitas</strong> em estágios iniciais, diretamente no ambiente uterino, reduzindo assim os riscos e ampliando as possibilidades de tratamento precoce.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Sobre os palestrantes</mark></strong></h2>



<p>Dario Fauza, um dos mais destacados especialistas no campo da cirurgia fetal e um dos pioneiros da terapia com células-tronco transamniótica, compartilhará sua experiência acumulada ao longo de anos de pesquisa e prática clínica no <a href="https://www.childrenshospital.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boston Children’s Hospital</a>.</p>



<p>O webinar será moderado por <a href="http://lattes.cnpq.br/6794475897477626" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Juliana Aparecida Preto de Godoy</a>, especialista em terapia celular do Hospital Israelita Albert Einstein e pesquisadora do CCTA. Doutora em Biologia Celular e Estrutural pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Godoy atua em projetos na área de terapia celular, reprogramação genética de células-tronco, pesquisa translacional e edição de genes usando a técnica Crispr-Cas9.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Detalhes do evento</mark></strong><br><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Data:</mark></strong> Terça-feira, 12 de novembro.<br><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color"><strong>Horário:</strong> </mark>10h às 11h (BRT).<br><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Local:</mark></strong> On-line</p></blockquote></figure>



<p>Interessados em acompanhar a discussão e entender o impacto potencial desta terapia na medicina fetal podem se inscrever gratuitamente no link (<a href="https://events.teams.microsoft.com/event/285b136c-587e-43ac-8d3e-a71608eba449@6dc28345-3048-49c1-beca-d5cad28a8f77?" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">CLIQUE AQUI</mark></strong></a>).</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Realização:</mark></strong> Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Apoio: </mark></strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii);</li>



<li>Sistema Único de Saúde (SUS);</li>



<li>Ministério da Saúde;</li>



<li>Governo Federal;</li>



<li>Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/webinar-celulas-tronco-transamniotica/">Webinar discute inovações em terapia intrauterina</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sciencearena.org/carreiras/webinar-celulas-tronco-transamniotica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
