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	<title>#cooperação internacional | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 15:30:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>#cooperação internacional | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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		<title>Ciência na América Latina cresce, mas segue com baixo investimento, diz Gabriela Dutrénit</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/entrevistas/ciencia-na-america-latina-cresce-mas-segue-com-baixo-investimento-diz-gabriela-dutrenit/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[#cooperação internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#inovação]]></category>
		<category><![CDATA[#política científica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Referência em políticas de inovação, pesquisadora mexicana analisa limites estruturais e caminhos para ampliar o protagonismo científico da região</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/entrevistas/ciencia-na-america-latina-cresce-mas-segue-com-baixo-investimento-diz-gabriela-dutrenit/">Ciência na América Latina cresce, mas segue com baixo investimento, diz Gabriela Dutrénit</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“As novas gerações trazem ideias novas, mas precisam dialogar com pesquisadores mais experientes. Criar espaços mais inclusivos é essencial para fortalecer o sistema científico”, afirma a economista <strong>Gabriela Dutrénit</strong>, professora da Universidad Autónoma Metropolitana (UAM) e membro da Academia Mexicana de Ciências.</p>



<p>Referência nos estudos sobre <strong>políticas de ciência, tecnologia e inovação na</strong> <strong>América Latina</strong>, Dutrénit é uma das principais autoras do <a href="https://www.unesco.org/reports/science/2021/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Unesco Science Report: The Race Against Time for Smarter Development</em></a>, publicado em 2021 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>



<p>O relatório, considerado uma das principais referências globais sobre tendências em ciência e inovação, <a href="https://www.unesco.org/reports/science/2021/en/latin-america" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trouxe um diagnóstico importante para a região</a>: entre 2014 e 2018, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento caíram 7% na América Latina, na contramão do crescimento global, com redução de 15% no investimento por pesquisador.</p>



<p>“O gasto em pesquisa e desenvolvimento como proporção do PIB é baixo e historicamente insuficiente na região. Ainda assim, a produção científica cresce, demonstrando o compromisso da comunidade científica latino-americana”, disse a pesquisadora em entrevista exclusiva ao <strong>Science Arena</strong>.</p>



<p>Com trajetória dedicada à economia da inovação e às políticas científicas, Dutrénit (nascida no Uruguai, mas naturalizada maxicana) também integra o comitê científico da <a href="https://globelicsnetwork.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GLOBELICS</a>, rede internacional voltada ao estudo da inovação em países em desenvolvimento. </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Seu trabalho analisa, entre outros pontos, os limites estruturais dos sistemas científicos latino-americanos e os caminhos possíveis para ampliar sua inserção global.</p></blockquote></figure>



<p>Os temas discutidos pela pesquisadora dialogam diretamente com a agenda do evento <a href="https://eventos.ensinoeinstein.com/vozes-da-ciencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Vozes da Ciência Latino-Americana</em></a>, promovido pelo <strong>Einstein Hospital Israelita</strong> e marcado para o dia 06 de maio de 2026 em São Paulo. </p>



<p>O encontro reunirá lideranças científicas do continente para refletir sobre os desafios e as oportunidades da produção científica na região, com foco em cooperação, financiamento e desenvolvimento de capacidades estratégicas.</p>



<p>Embora não participe do evento, a análise de Dutrénit ajuda a contextualizar os debates propostos pelo encontro, oferecendo um panorama sobre as transformações recentes da ciência latino-americana e os desafios que ainda limitam seu protagonismo global.</p>



<p>Na entrevista ao <strong>Science Arena</strong>, a pesquisadora discute os impactos da pandemia de Covid-19 sobre os sistemas de ciência e inovação, os entraves ao financiamento público e privado, e as perspectivas da região em um cenário de mudanças geopolíticas e tecnológicas aceleradas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Science Arena –</strong> <strong>Como você caracterizaria o estado atual da ciência na América Latina? Até que ponto segue vigente o diagnóstico da Unesco de 2021?</strong></h2>



<p><strong>Gabriela Dutrénit –</strong> A ciência na América Latina já apresentava avanços importantes no início do século XX, especialmente em países como Argentina, Brasil e México. A Argentina teve desenvolvimento expressivo até a Segunda Guerra Mundial [1939-1945], sobretudo na área nuclear, enquanto o Brasil avançou mais lentamente no início, mas depois acelerou e superou outros países. O México também se destacou em áreas como farmacêutica, química e ciências agropecuárias.&nbsp;</p>



<p>A criação dos programas de pós-graduação entre as décadas de 1960 e 1980 impulsionou fortemente a pesquisa, mas é importante destacar que não existe uma única América Latina, e sim realidades distintas, com países maiores avançando mais rapidamente do que os menores.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O ponto central continua sendo o investimento. O gasto em pesquisa e desenvolvimento como proporção do PIB [Produto Interno Bruto] é baixo e historicamente insuficiente. </p></blockquote></figure>



<p>Ainda assim, a produção científica cresce, demonstrando o compromisso da comunidade científica, embora a participação global permañeca limitada, com o Brasil contribuindo com pouco mais de 2% e o México com cerca de 0,7%.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a Covid-19 transformou o sistema científico latino-americano e quais lições ficam para as políticas públicas?</strong></h2>



<p>A pandemia expôs fragilidades estruturais, especialmente a dependência de países desenvolvidos para acesso a vacinas e insumos. Apesar de iniciativas em países como Brasil, México e Argentina, faltaram coordenação e apoio consistente.&nbsp;</p>



<p>A principal lição [da pandemia de Covid-19] é a necessidade de desenvolver capacidades próprias em áreas estratégicas, sobretudo nas ciências da vida, garantindo autonomia mínima em setores críticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como as transformações geopolíticas recentes impactam a inserção da América Latina no sistema científico global?</strong></h2>



<p>A América Latina mantém relevância global por seus mercados, recursos e capital humano, embora com dinâmicas distintas entre países.&nbsp;</p>



<p>O México está mais integrado ao mercado norte-americano, enquanto Brasil e Argentina seguem outros caminhos. A inserção internacional poderia ser fortalecida com maior investimento público e pelo papel de empresas multinacionais da região, que criam vínculos com universidades e centros de pesquisa ao investir em inovação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o papel da cooperação internacional, especialmente entre países do Sul Global?</strong></h2>



<p>A cooperação existe, mas ainda é concentrada em países centrais, principalmente os Estados Unidos, devido à disponibilidade de recursos.&nbsp;</p>



<p>A colaboração entre países latino-americanos permanece limitada, apesar do potencial, sobretudo em áreas como medicina, meio ambiente, mudanças climáticas e doenças infecciosas. O principal desafio segue sendo o financiamento para viabilizar projetos colaborativos de maior escala.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Há sinais positivos na aproximação entre países latino-americanos, com oportunidades de cooperação em áreas estratégicas que possam gerar benefícios científicos, tecnológicos e econômicos.</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O modelo atual de financiamento científico precisa de mudanças estruturais?</strong></h2>



<p>Sem dúvida. Entre 60% e 80% do financiamento vem do setor público, enquanto o setor privado contribui pouco. Falta uma visão estratégica que reconheça o papel da ciência, tecnologia e inovação no desenvolvimento econômico, além de maior coordenação e concentração de investimentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais tendências devem aparecer nos próximos relatórios sobre ciência e inovação na região?</strong></h2>



<p>A produção científica deve continuar crescendo, mas de forma lenta, sem mudanças significativas na posição global. Ganham destaque áreas como mudanças climáticas, doenças infecciosas e transformação digital, com avanço da inteligência artificial.</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/entrevistas/ciencia-na-america-latina-cresce-mas-segue-com-baixo-investimento-diz-gabriela-dutrenit/">Ciência na América Latina cresce, mas segue com baixo investimento, diz Gabriela Dutrénit</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diplomacia científica, crise climática e saúde global são temas de evento do Science Arena em agosto</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/noticias/diplomacia-cientifica-crise-climatica-e-saude-global-sao-temas-de-evento-do-science-arena-em-agosto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Pierro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 15:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#cooperação internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#diplomacia científica]]></category>
		<category><![CDATA[#meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[#mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[#política científica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro ocorre no dia 06/08, em São Paulo, com o objetivo de discutir o papel de colaborações científicas internacionais no enfrentamento da crise climática e de seus efeitos na saúde global</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/noticias/diplomacia-cientifica-crise-climatica-e-saude-global-sao-temas-de-evento-do-science-arena-em-agosto/">Diplomacia científica, crise climática e saúde global são temas de evento do Science Arena em agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A poucos meses da COP30 no Brasil, o <strong>Science Arena</strong> vai reunir especialistas de vários países em um debate sobre a importância de <strong>programas de cooperação internacional</strong> no enfrentamento de desafios relacionados à <strong>crise climática</strong> e seus efeitos na <strong>saúde global</strong>.</p>



<p>O evento, que será realizado no dia <strong>6 de agosto</strong>, a partir das <strong>9h30 (horário de Brasília)</strong>, no <strong>Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein – Campus Cecília e Abram Szajman</strong>, em São Paulo, é fruto de uma <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/escola-diplomacia-cientifica-usp-innscid-2025/">parceria entre o Science Arena e a São Paulo Innovation and Scienc</a><a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/escola-diplomacia-cientifica-usp-innscid-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e</a><a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/escola-diplomacia-cientifica-usp-innscid-2025/"> Diplomacy School</a> (InnSciD SP), iniciativa lançada em 2019 pela <strong>Universidade de São Paulo (USP)</strong>.</p>



<p>Participam do evento nomes como <strong>Eric Harnisch</strong>, vice-presidente de Mercado de Provedores da Mayo Clinic Platform (EUA); <strong>Jerome Kim</strong>, diretor-geral do International Vaccine Institute; <strong>Jordan Ridgeway</strong>, da My Green Lab, organização norte-americana sem fins lucrativos dedicada à redução do impacto ambiental de laboratórios de pesquisa; e <strong>Sidney Klajner</strong>, presidente do Einstein.</p>



<p>Os interessados podem se inscrever gratuitamente até 4 de agosto. O evento será presencial e todo em inglês. Haverá emissão de certificado de participação para os presentes. </p>



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<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50 has-custom-font-size is-style-fill has-medium-font-size"><a class="wp-block-button__link has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.sciencearena.org/oportunidades/seminario-diplomacia-cientifica-clima-saude-einstein-usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>INSCREVA-SE AGORA</strong></a></div>
</div>



<p>A intersecção entre ciência, inovação e diplomacia está entre os assuntos a serem abordados no encontro. A programação ainda inclui debates sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como articular redes de conhecimento?</li>



<li>Quais são os desafios da ciência global diante do risco de novas epidemias? </li>



<li>Como reduzir o impacto ambiental da própria produção científica?</li>
</ul>



<p>Conheça alguns dos palestrantes confirmados:</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></h2>



<p>Wednesday – 6 August</p>



<p>Brasilia Time (BRT)</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Climate and health: challenges and possibilities of scientific diplomacy</mark></strong></p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">9:30 – 10:00 AM:</mark></strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"> </mark><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Coffee</mark></p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">10:00 – 10:15 AM:</mark></strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><strong> </strong></mark><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Opening</mark></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sidney Klajner</strong> – Einstein&#8217;s President</li>



<li><strong>Bruno de Pierro</strong> – Editor-in-chief of Science Arena</li>
</ul>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">10:15 – 10:45 AM: </mark></strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Science Diplomacy: how to articulate knowledge networks in times of climate crisis</mark></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Marcelo Knobel</strong> – The World Academy of Sciences (TWAS)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Anne Dorothee Slovic</strong> – School of Public Health, USP</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Luiz Vicente Rizzo</strong> – Einstein&#8217;s research director</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Guilherme Ary Plonski</strong> – USP</li>
</ul>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">10:45 – 11:45 AM: </mark></strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Challenges for global science in the face of the risk of new epidemics</mark></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sue Ann Clemens</strong> – University of Siena</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eric Harnisch</strong> – Mayo Clinic Platform</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Edson Amaro</strong> – Big Data Analytics at Einstein</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Jerome Kim</strong> – International Vaccine Institute</li>
</ul>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">11:45 AM – 12:30 PM: </mark></strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Ways to reduce the environmental impact of science and train researchers in light of One Health</mark></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Jordan Ridgeway</strong> – My Green Lab (US)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Giulia Catissi</strong> – Researcher at Einstein (PhD student)</li>
</ul>



<p>-&gt; Dúvidas, críticas ou sugestões? Envie um e-mail para science.arena@einstein.br </p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/noticias/diplomacia-cientifica-crise-climatica-e-saude-global-sao-temas-de-evento-do-science-arena-em-agosto/">Diplomacia científica, crise climática e saúde global são temas de evento do Science Arena em agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Competências essenciais para liderar a pesquisa em um mundo instável</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/noticias/competencias-essenciais-para-liderar-a-pesquisa-em-um-mundo-instavel/</link>
					<comments>https://www.sciencearena.org/noticias/competencias-essenciais-para-liderar-a-pesquisa-em-um-mundo-instavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Caio Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 17:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[#cooperação internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#liderançacientífica]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisae inovação]]></category>
		<category><![CDATA[#políticacientífica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sciencearena.org/?p=6442</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cenário geopolítico complexo exige que futuros líderes de pesquisa desenvolvam habilidades de gestão de crise, comunicação estratégica e formulação de políticas públicas</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/noticias/competencias-essenciais-para-liderar-a-pesquisa-em-um-mundo-instavel/">Competências essenciais para liderar a pesquisa em um mundo instável</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A resposta global à pandemia parecia anunciar uma nova era de cooperação científica internacional, com as fronteiras tradicionais entre governos, indústria e universidades sendo substituídas por modelos mais abertos, inclusivos e orientados ao bem-estar comum. Mas o cenário atual é bem diferente: crescentes tensões geopolíticas e disputas pelo controle de tecnologias críticas e emergentes obscurecem o horizonte.&nbsp;</p>



<p>Em períodos assim, os governos tendem a priorizar investimentos em militarização, deixando os cientistas com o desafio de convencê-los a investir em projetos que não necessariamente tenham um viés de defesa. A complexidade desse cenário e a imprevisibilidade do ambiente geopolítico global exigem cada vez mais novas habilidades dos líderes de pesquisa.</p>



<p><a href="https://sciencebusiness.net/system/files/reports/Navigating%20Complexity.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um novo relatório lançado em março pela plataforma Science Business</a>, em parceria com a editora científica Elsevier, destaca algumas delas. O documento foi elaborado com base em entrevistas com líderes europeus, mas suas recomendações são amplas o suficiente para serem aplicadas em diversos contextos. Entre as principais competências, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Capacidade de antecipar cenários de longo prazo</strong>, fundamental para equilibrar prioridades como transição verde e competitividade econômica;<br></li>



<li><strong>Envolvimento na formulação de políticas</strong>, por meio de uma comunicação mais eficaz de suas pesquisas para formuladores de políticas e tomadores de decisão, além de um relacionamento mais estreito com a sociedade;<br></li>



<li><strong>Mentalidade de preparação e gestão de crise</strong>, envolvendo a identificação antecipada de riscos para garantir a capacidade de agir em momentos de ameaça.</li>
</ul>



<p>Segundo o relatório, é fundamental que as instituições de pesquisa forneçam suporte para o desenvolvimento dessas habilidades em futuros líderes por meio de programas de treinamento e educação direcionados. No entanto, embora haja consenso sobre isso, ainda falta um sistema de apoio estruturado. Para se ter ideia, somente um terço das universidades europeias oferece suporte desse tipo por meio de formação e capacitação.&nbsp;</p>



<p>Em resposta a essa lacuna, a Associação de Universidades Europeias, organização que promove a colaboração e a troca de conhecimento entre universidades do continente, em colaboração com um consórcio de parceiros, desenvolveu o projeto NewLead, financiado pelo programa Erasmus+, para avaliar os desafios envolvendo a capacitação de líderes</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Capacidade de gerenciar crises</strong></h2>



<p>Segundo o documento, os futuros líderes de pesquisa deverão estar preparados para enfrentar desafios multifacetados e gerenciar crises de forma eficaz, com foco na diversidade e na responsabilidade compartilhada — dado que nenhum indivíduo é capaz de se destacar igualmente em todas as habilidades necessárias.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><em>As futuras lideranças também precisarão ser inclusivas, com perfis provenientes de diferentes partes interessadas.</em></p></blockquote></figure>



<p>Segundo o relatório, a academia e as editoras científicas devem colaborar estreitamente para enfrentar os desafios crescentes impostos por práticas fraudulentas, como fábricas de <em>papers</em> e o uso indevido de ferramentas de inteligência artificial. Da mesma forma, a cooperação internacional é essencial e não deve ser comprometida.</p>



<p>Os formuladores de políticas devem incentivar um diálogo mais aprofundado entre os líderes de pesquisa e tomadores de decisão para compreender a complexidade das questões relacionadas à segurança, identificar soluções práticas e cooperar para desenvolver capacidade e resiliência. “O desafio reside em desenvolver uma abordagem sistêmica, em vez de depender de esforços individuais”, destacou o documento. “Isso requer colaboração e responsabilidade compartilhada.”</p>
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