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	<title>#pesquisa | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Mar 2026 14:03:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>#pesquisa | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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		<title>&#8220;A IA é uma boa ferramenta para quem sabe usá-la&#8221;, diz a especialista em pesquisa Lis Leão</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/carreiras/a-ia-e-uma-boa-ferramenta-para-quem-sabe-usa-la-diz-a-especialista-em-pesquisa-lis-leao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 14:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[#colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[#inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora do Einstein Hospital Israelita discute os desafios de montar equipes multidisciplinares e os limites do uso da IA na ciência</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/a-ia-e-uma-boa-ferramenta-para-quem-sabe-usa-la-diz-a-especialista-em-pesquisa-lis-leao/">&#8220;A IA é uma boa ferramenta para quem sabe usá-la&#8221;, diz a especialista em pesquisa Lis Leão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;Queremos que essas pessoas participem, mas ainda não criamos uma estrutura para isso acontecer de uma forma tranquila para todos.&#8221; A frase é de Lis Leão, pesquisadora do Einstein Hospital Israelita Einstein com atuação em estudos sobre natureza, saúde e bem-estar.&nbsp;</p>



<p>O diagnóstico resume bem o estágio atual da ciência colaborativa no Brasil: a exigência por equipes multidisciplinares cresceu nos editais de fomento, mas a infraestrutura para viabilizá-la ainda patina.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em entrevista ao <strong>Science Arena</strong></a>, Leão discute os desafios práticos de construir esses times e os limites — e possibilidades — do uso da inteligência artificial na pesquisa.</p>



<p>Confira na íntegra a entrevista de Lis Leão ao Science Arena:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Colaboração na ciência: como construir pontes entre áreas | Science Arena Encontros – Ep. 4" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nQrq00eG6XM?list=PLB_rcPiqiMPzCD3pOBdwEsLEdwBN2yr7x" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O desafio de incluir comunidades na pesquisa</strong></h2>



<p>Quando se trata da exigência por times compostos por pessoas de diferentes áreas, Lis Leão afirmou que equipes multidisciplinares não se constroem da noite para o dia.</p>



<p>“Hoje se discute muito a inclusão da comunidade que você está estudando dentro do seu projeto”, disse. Ela também comentou que assistiu a uma discussão a respeito de uma nova lei sobre os Comitês de Ética incluírem um representante da população que uma determinada pesquisa irá estudar.&nbsp;</p>



<p>No entanto, Lis destacou que esse tipo de movimento ainda precisa de ajustes. Por exemplo, ao incluir alguém da comunidade ribeirinha, a pessoa precisa realizar um cadastro na plataforma do Sagem (Sistema de Avaliação e Gestão de Membros de Comitês de Ética). No entanto, muitas vezes, ela mora em local distante e terá dificuldade para concluir esse procedimento.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><em>“Queremos que essas pessoas participem, mas ainda não criamos uma estrutura para isso acontecer de uma forma tranquila para todos”, reforçou. </em></p></blockquote></figure>



<p>Outro desafio é a necessidade de ter financiamento para construir essa relação colaborativa com a comunidade. “Hoje existem alguns mecanismos para ampliar essa inclusão. Quando conversamos com as comunidades locais, vemos que vem um aporte de outros saberes muito interessantes. Mas, às vezes, você não tem tempo de fazer isso antes de ter o financiamento, porque é longe”, explicou.</p>



<p>Algo que Lis destacou durante a conversa é que o pesquisador pode ir até o local pesquisado depois e, assim, realizar ajustes no projeto. “Isso é exigido na entrada de uma série de editais, que eu acho que ainda precisa de um ajuste fino”, reforçou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>IA na pesquisa: ferramenta para quem tem domínio</strong></h2>



<p>Muitos pesquisadores têm recorrido à inteligência artificial (IA) como um facilitador na jornada da pesquisa. Para Leão, a IA é uma boa ferramenta para a pessoa que sabe como usá-la, como, por exemplo, para agilizar ou refinar processos da própria pesquisa científica. “Ela pode ganhar tempo com isso, mas precisa ter domínio do assunto”, disse.&nbsp;</p>



<p>Para quem está ingressando no campo, o uso da ferramenta é arriscado: sem domínio do tema, o pesquisador não tem base para avaliar a qualidade do que a IA entrega.</p>



<p>Para ler o conteúdo completo sobre a composição de equipes multidisciplinares e o uso da inteligência artificial no projeto científico,  <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja a entrevista nesta matéria do Science Arena</a>.</p>
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		<title>Reino Unido exige diversidade como critério para financiamento de pesquisas</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/noticias/reino-unido-exige-diversidade-como-criterio-para-financiamento-de-pesquisas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 20:21:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[#financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diretriz obriga cientistas a considerarem inclusão em todas as etapas dos estudos; especialistas pedem que revistas científicas sigam o mesmo caminho</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/noticias/reino-unido-exige-diversidade-como-criterio-para-financiamento-de-pesquisas/">Reino Unido exige diversidade como critério para financiamento de pesquisas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O National Institute for Health and Care Research (NIHR), agência britânica de fomento à ciência, <a href="https://www.bmj.com/content/388/bmj.r212" target="_blank" rel="noreferrer noopener">determinou recentemente que a inclusão será um critério essencial para a aprovação de financiamento de pesquisas</a>. A exigência se aplica a todas as etapas do estudo, desde a formulação da pergunta de pesquisa até a divulgação dos resultados.<br><br>Historicamente, estudos científicos frequentemente ignoram grupos vulneráveis, reforçando desigualdades no acesso à saúde, segundo o site da agência. Como consequência, certos segmentos populacionais não são contemplados nos estudos, o que impede o desenvolvimento e teste de novos serviços e tratamentos para toda a sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto na equidade em saúde</strong></h2>



<p>Essa falta de representatividade foi evidenciada <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7232839/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em um estudo publicado na revista BMC Medicine</a>, que analisou como a distribuição geográfica dos participantes afeta os resultados da pesquisa. O estudo comparou dados de recrutamento de participantes coletados entre 2013 e 2018 na Inglaterra com a prevalência de doenças crônicas, como asma, doenças cardíacas e câncer, além de doenças mentais e diabetes.</p>



<p>Os pesquisadores observaram uma variação significativa nas taxas de recrutamento em diferentes regiões, revelando uma discrepância entre a prevalência de doenças e o número de participantes desses locais nos estudos clínicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Questão de justiça</strong></h2>



<p>A pesquisa apontou que, em 15 redes locais de pesquisas clínicas, cerca de 12% do recrutamento deveria ter sido redistribuído para torná-lo proporcional à prevalência das doenças estudadas. Além disso, constatou-se que, em 25% das localidades, o recrutamento foi um quarto da média nacional, enquanto em 10% foi o dobro.</p>



<p>Os pesquisadores destacam que a ciência desempenha um papel crucial na redução das desigualdades, pois contribui para a melhoria da qualidade dos serviços de saúde e para o desenvolvimento de tratamentos e políticas públicas baseadas em evidências.</p>



<p>Um dos problemas da falta de representatividade é que pesquisas que priorizam populações com melhores condições de saúde podem não ser generalizáveis — e muitos estudos aplicados avaliam intervenções cujo impacto varia de acordo com a região.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><em>“Por uma questão de justiça, pesquisas financiadas com fundos públicos deveriam ser acessíveis a todos, de forma que os benefícios sejam distribuídos de forma equânime”, dizem os autores do artigo.</em></p></blockquote></figure>



<p>Os autores também apontam que a especialidade e a estrutura das instituições de pesquisa influenciam na inclusão. Algumas instituições tendem a focar populações mais fáceis de recrutar, e a variação geográfica no recrutamento sugere que o principal fator é a capacidade regional de pesquisa, e não necessariamente o perfil da população estudada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Publicação inclusiva</strong></h2>



<p>O tema da desigualdade na saúde vem sendo discutido em conferências da Royal Society of Medicine.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>“Somos 51% da população, mas há pouca pesquisa com mulheres em idade reprodutiva que desenvolva novos tratamentos. Isso é absurdo.”</p><cite>— <em>Lesley Regan, ginecologista e obstetra do Imperial College London</em></cite></blockquote></figure>



<p>Outro problema é a exclusão de idosos. “É inaceitável excluir pessoas mais velhas por causa de um limite arbitrário de idade”, afirmou Lucy Chappell, diretora do (NIHR). “Qual é a base científica para se excluir pessoas acima de 80 anos?”, questionou.</p>



<p>Uma das soluções propostas para garantir maior diversidade nos estudos científicos é tornar a inclusão um critério obrigatório para publicação de artigos em revistas científicas.</p>



<p>John James, diretor da <em>Sickle Cell Society</em>, defendeu que editores rejeitem pesquisas que não representem a diversidade da população. “Muitos pacientes negros me perguntam como podem saber se pessoas como eles participaram dos ensaios clínicos e se o tratamento será efetivo e seguro para eles”, relata James.</p>



<p>A adoção de critérios mais rígidos para inclusão em pesquisas científicas pode ser um passo essencial para garantir que os avanços da ciência beneficiem a todos — e não apenas uma parcela privilegiada da população.</p>
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		<title>Colaboração entre pesquisadores: saiba como driblar os desafios na comunicação e fortalecer laços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 15:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[#colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[#comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conexão com um profissional de outra área envolve não só competências técnicas, mas também habilidades interpessoais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O processo de uma pesquisa científica envolve diversas etapas. Muitos projetos exigem a colaboração com pesquisadores de outras áreas, algo capaz de enriquecer um trabalho, ainda mais em meio a assuntos complexos e globais.&nbsp;</p>



<p>Ao entrar em contato com outros profissionais, muitos acadêmicos podem encontrar um desafio: a dificuldade na comunicação. No entanto, esse problema pode ser resolvido com algumas técnicas para que o trabalho seja desenvolvido de maneira eficiente.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a busca pela conexão com o outro requer habilidades interpessoais, a fim de estabelecer uma relação saudável com o colaborador.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A necessidade de uma boa relação humana</strong></h2>



<p><a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em entrevista ao Science Arena</a>, a pesquisadora Lis Leão, do Einstein Hospital Israelita e referência em estudos sobre natureza, saúde e bem-estar, destacou que quando um pesquisador encontra outra pessoa para auxiliar em sua pesquisa, é preciso que o interesse seja genuíno.</p>



<p>“Você precisa ir atrás também da informação do outro que está compondo a sua equipe, para entender um pouco o que ele faz”, disse Lis. “Tem uma mistura de proficiência técnica e, também, de habilidades interpessoais”, acrescentou. De acordo com a pesquisadora, o “contrato científico” é decorrente do relacionamento, e não o contrário.&nbsp;</p>



<p>Para uma melhor compreensão, ela exemplificou: na Europa, é comum o lançamento de editais por parte dos pesquisadores para, em seguida, colocá-los em plataformas para que alguém demonstre interesse pela área. No entanto, essa interação espontânea não acontece facilmente, por conta da necessidade de um relacionamento prévio entre as pessoas. “Você tem que ter uma relação de confiança”, ressaltou.</p>



<p>Confira na íntegra a entrevista de Lis Leão ao Science Arena:</p>



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</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de uma linguagem comum</strong></h2>



<p>Quando o pesquisador cria uma conexão com outro profissional, é importante que se estabeleça uma linguagem em comum. Isso porque muitos termos técnicos podem aparecer em uma conversa e, assim, prejudicar o entendimento.&nbsp;</p>



<p>Nesse caso, Lis orienta o uso de metáforas para que uma boa comunicação seja desenvolvida. A pesquisadora ilustra: quando deseja falar sobre o cuidado com as pessoas e o planeta, ela pergunta para um cientista de dados que está colaborando com o trabalho como ele costuma cuidar das informações que coleta.</p>



<p>“Assim, eu chego em um lugar que é mais fácil de conversar, porque você vai explicar como cuida dos dados e eu vou tentar entender algumas coisas”, acrescentou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vibrar pelas conquistas do outro</strong></h2>



<p>A relação com colaboradores vai além da realização dos objetivos de pesquisa de cada um.  Outro elemento essencial é o fortalecimento dos laços. Uma maneira de realizar esse processo é vibrar pela conquista do colega quando, por exemplo, ele publica uma pesquisa. “Todo mundo que está na ciência sabe como é para conquistar as coisas”, destacou Lis.Para ler o conteúdo completo sobre a importância de construir e manter laços com pesquisadores de outras áreas científicas, <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja a entrevista nesta matéria do Science Arena</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-entre-pesquisadores-saiba-como-driblar-os-desafios-na-comunicacao-e-fortalecer-lacos/">Colaboração entre pesquisadores: saiba como driblar os desafios na comunicação e fortalecer laços</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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		<title>Como iniciar uma colaboração interdisciplinar para a sua pesquisa? Veja o passo a passo</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/carreiras/como-iniciar-uma-colaboracao-interdisciplinar-para-a-sua-pesquisa-veja-o-passo-a-passo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[#colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relacionar-se com pesquisadores de outras áreas é fundamental no momento de desenvolver um projeto mais rico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante a evolução de um projeto de pesquisa, muitos profissionais desejam buscar contatos para aprimorar seus estudos. No entanto, muitos podem ter dúvidas sobre como começar esse processo, principalmente quando o tema do trabalho é complexo e global.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em entrevista ao Science Arena</a>, a pesquisadora Lis Leão, do Einstein Hospital Israelita e referência em estudos sobre natureza, saúde e bem-estar, elencou um passo a passo que pode auxiliar os acadêmicos a encontrarem outras pessoas e, assim, iniciar uma troca de conhecimentos com elas.</p>



<p>Confira na íntegra a entrevista de Lis Leão ao Science Arena:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Leitura de publicações</strong></h2>



<p>Pesquisar artigos que envolvem o tema em desenvolvimento é o primeiro passo durante a busca por contatos. Lis orientou que o acadêmico observe os nomes das pessoas inseridos em cada título que for aberto. Com isso, é possível verificar o tema e de qual área os autores do artigo pertencem.</p>



<p>Essa prática é essencial até mesmo para quem está começando, por meio da qual o pesquisador consegue ter uma compreensão maior se o assunto que deseja abordar tem um interesse interdisciplinar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Lista de contatos</strong></h2>



<p>Depois de toda a análise das publicações, o segundo passo envolve a criação de uma lista de contatos. Em seguida, vale procurar um evento em que uma das pessoas elencadas irá palestrar. Aqui, Lis destacou que é preciso ter “um pouco de ousadia, sem ser inconveniente”.</p>



<p>“Quando termina um evento, os palestrantes estão muito disponíveis. É aquele momento que faz uma rodinha e as pessoas vão perguntar. Esse é o momento que você vai ter para conversar com aquela pessoa um pouquinho, mesmo que seja para pedir o e-mail dela para depois”, disse a pesquisadora.&nbsp;</p>



<p>Caso o meio de contato escolhido seja o e-mail, vale separar um tempo para escrever uma mensagem, apresentar-se e ressaltar que estava na palestra e, em seguida, abordar o assunto que deseja.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="937" src="https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/03/Eliseth-Leao2-1200x937-1.jpg" alt="Texto Alternativo	Retrato de mulher sorridente com cabelos castanhos longos, usando blazer branco sobre blusa preta" class="wp-image-8109" srcset="https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/03/Eliseth-Leao2-1200x937-1.jpg 1200w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/03/Eliseth-Leao2-1200x937-1-800x625.jpg 800w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/03/Eliseth-Leao2-1200x937-1-400x312.jpg 400w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/03/Eliseth-Leao2-1200x937-1-768x600.jpg 768w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/03/Eliseth-Leao2-1200x937-1-150x117.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption class="wp-element-caption">Lis Leão, pesquisadora do Einstein Hospital Israelita: a colaboração é uma via de mão dupla</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Via de mão dupla na colaboração</strong></h2>



<p>A colaboração entre pesquisadores é crucial para o desenvolvimento de um material mais rico. E, nesse processo de procurar conexões, é preciso ter em mente que a colaboração é uma via de mão dupla.&nbsp;</p>



<p>“Ela tem que ser boa para mim”, disse Lis. “Que no seu campo de pesquisa, você ganhe tanto quanto eu e que saia enriquecido dessa relação”, complementou. Ela também destacou que quando há um interesse no tema, todos já se reúnem com um propósito.&nbsp;</p>



<p>Agora, quando um campo mais técnico é abordado por parte de quem está colaborando com a pesquisa, basta solicitar ao profissional que ele traduza para uma linguagem que condiz com a área do projeto em desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p>“O que facilita é ter uma boa escuta, porque se a outra pessoa perceber que você não tem interesse naquilo que ela está falando, a colaboração acaba ali”, pontuou Lis. Outra dica que a especialista oferece é tentar encontrar uma linguagem mais comum quando se trata de termos mais técnicos, como o uso de metáforas.</p>



<p>Para ler o conteúdo completo sobre a importância de construir e manter laços com pesquisadores de outras áreas científicas, <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja a entrevista nesta matéria do Science Arena</a>.</p>
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		<item>
		<title>Relação com pesquisadores de outras áreas: como o contato enriquece um projeto de pesquisa?</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/carreiras/relacao-com-pesquisadores-de-outras-areas-como-o-contato-enriquece-um-projeto-de-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[#colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao desenvolver um estudo sobre um determinado tema, é importante que o pesquisador tenha uma visão mais ampla sobre o assunto</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/relacao-com-pesquisadores-de-outras-areas-como-o-contato-enriquece-um-projeto-de-pesquisa/">Relação com pesquisadores de outras áreas: como o contato enriquece um projeto de pesquisa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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<p>A manutenção de laços com outros pesquisadores é fundamental para a área científica. Esse contato proporciona diferentes benefícios tanto aos profissionais quanto para os projetos. Essa relação se torna ainda mais indispensável diante de um contexto em que muitos problemas são vivenciados pela sociedade de forma global.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em entrevista ao Science Arena</a>, a pesquisadora Lis Leão, do Einstein Hospital Israelita e referência em estudos sobre natureza, saúde e bem-estar, destacou que a conversa com outras pessoas faz com que o profissional enxergue outras nuances de um determinado tema. </p>



<p>Assim, um pesquisador brasileiro pode ter outras visões sobre o seu trabalho quando realiza um contato com pessoas de países do exterior, por exemplo. Esse mesmo efeito pode ser sentido e aplicado entre profissionais do Brasil, mas de estados diferentes.</p>



<p>Confira na íntegra a entrevista de Lis Leão ao Science Arena:</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A colaboração como forma de enriquecer a pesquisa</strong></h2>



<p>Criar e manter a relação com profissionais de outras localidades agrega valor ao projeto de pesquisa, fazendo com que o trabalho apresentado à sociedade seja mais amplo, especialmente quando se trata de questões complexas.&nbsp;</p>



<p>Mas como o pesquisador pode compreender se realmente precisa buscar contatos para desenvolver melhor seu projeto? De acordo Leão, é necessário entender se o tema é de interesse interdisciplinar. Com isso, o primeiro passo envolve a busca por leituras científicas referentes ao assunto para, então, verificar os nomes dos envolvidos no artigo.</p>



<p>“O segundo passo é fazer uma lista de pessoas de interesse para as quais você vai colocar um alerta quando os artigos delas saírem”, orientou a pesquisadora. Depois disso, o pesquisador pode frequentar palestras desses profissionais e, no final do evento, tentar conversar com a pessoa, explicar seu projeto e pedir um meio de contato.</p>



<p>Em um de seus projetos mais recentes, Lis Leão relatou que precisou trabalhar com um engenheiro, uma médica, uma geóloga e um fotógrafo da National Geographic. Ainda, ela teve contato com uma enfermeira e biólogos. “São pessoas com saberes diversos. Uns são bons de biologia e outros são de exatas”, complementou.</p>



<p>Dessa maneira, é possível construir uma relação científica com base não só em proficiência técnica, mas também em habilidades interpessoais. Por isso, o interesse pelo trabalho do outro deve ser genuíno.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Grandes problemas exigem muitas pessoas</strong></h2>



<p>Para além da busca por autores de outros artigos, também existe a possibilidade de conhecer outras pessoas por meio do orientador, uma vez que ele pode apresentar vários contatos.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><em>“A colaboração é o </em>modus operandi <em>de se fazer ciência”, disse Lis. </em></p></blockquote></figure>



<p>Ela também citou o momento da pandemia de Covid-19, que demandou a produção de estudos de vários cientistas. “Para grandes problemas e pela complexidade, é preciso muita gente trabalhando com expertises diversas”, acrescentou.&nbsp;</p>



<p>Para ler o conteúdo completo sobre a importância de construir e manter laços com pesquisadores de outras áreas científicas, <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/colaboracao-interdisciplinar-ciencia-e-tambem-sobre-encontros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja a entrevista nesta matéria do Science Arena</a>.</p>
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