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	<title>#publicação | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
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	<title>#publicação | Artigos, Pesquisas e Estudos - Science Arena</title>
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		<title>Harald Gaski: &#8220;Povos indígenas também podem ter periódicos de excelência&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Punto Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[#divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[#povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[#publicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-editor da única revista científica escrita inteiramente em língua indígena indexada no DOAJ discute preservação linguística, decolonização acadêmica e os limites do reconhecimento internacional</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/entrevistas/harald-gaski-povos-indigenas-tambem-podem-ter-periodicos-de-excelencia/">Harald Gaski: &#8220;Povos indígenas também podem ter periódicos de excelência&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Pode parecer pura estupidez criar uma <strong>revista em uma língua indígena</strong> muito pequena, falada por apenas cerca de 30 mil a 50 mil pessoas, e depois distribuí-la mundialmente.” A provocação é de <strong>Harald Gaski </strong>e resume o paradoxo que define o trabalho de sua vida.&nbsp;</p>



<p>Nascido em 1955 em Tana (Deatnu), no extremo norte da <strong>Noruega</strong>, Gaski é um dos mais influentes intelectuais <strong>sami</strong> da atualidade, responsável por <strong>ajudar a consolidar a literatura de seu povo</strong> como um <strong>campo reconhecido dentro e fora da academia</strong>.</p>



<p>Professor de <strong>literatura sami</strong> aposentado, Gaski lecionou na<a href="https://en.uit.no/startsida" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Universidade Ártica da Noruega (UiT)</a> e na<a href="https://samas.no/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Universidade de Ciências Aplicadas Sami (Sámi allaskuvla)</a>, onde desenvolveu pesquisas comparando <strong>escritos do povo sami </strong>com os de outros povos indígenas e traduziu poemas sami para o norueguês e o inglês. </p>



<p>Autor de obras de referência sobre literatura sami, como estudos sobre poesia épica e coletâneas de provérbios, ele também recebeu o prêmio de língua sami Gollegiella, principal reconhecimento nórdico a quem promove e desenvolve os idiomas sami.</p>



<p>Em 2020, Gaski assumiu como editor-chefe da<a href="https://site.uit.no/aigecala/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Sámi dieđalaš áigečála</a>, a Revista Científica Sami, periódico interdisciplinar publicado integralmente em línguas sami e mantido pela UiT em parceria com a universidade Sámi allaskuvla. </p>



<p>Em 2025, ao se aposentar, deixou a revista com uma conquista inédita: a indexação no<a href="https://doaj.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> DOAJ (Diretório de Periódicos de Acesso Aberto)</a>, tornando-a a única publicação de todo o diretório escrita exclusivamente em uma língua indígena, e reafirmando sua ambição de situar o conhecimento produzido em sami como parte do debate científico global.</p>



<p>Em entrevista exclusiva ao <strong>Science Arena</strong> por videochamada, Gaski falou sobre preservação linguística, os limites do reconhecimento institucional e <strong>o que significa fazer ciência em um idioma que o mundo ocidental insiste em ignorar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o DOAJ e por que a indexação importa?</strong></h2>



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                <h3>O que é?</h3>
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                <p>O Diretório de Periódicos de Acesso Aberto (DOAJ) é um índice internacional que reúne revistas científicas revisadas por pares e publicadas em acesso aberto. A inclusão é voluntária e exige critérios rigorosos de qualidade editorial.</p>
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                <h3>Maior visibilidade</h3>
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                <p>Estar no DOAJ aumenta a visibilidade de um periódico para pesquisadores, bibliotecas e financiadores ao redor do mundo, ampliando o alcance do conhecimento produzido.</p>
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                <h3>Marco histórico</h3>
            </dt>
            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p>A Revista Científica Sami (Sámi dieđalaš áigečála) é, desde maio de 2025, a única publicação do diretório escrita integralmente em uma língua indígena — o que a torna um marco na história das publicações científicas em idiomas minoritários.</p>
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                <h3>Língua Sami</h3>
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            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p>A língua Sami é falada por entre 30 mil e 50 mil pessoas no norte da Europa (Noruega, Suécia, Finlândia e Rússia), e é uma das poucas línguas indígenas com produção acadêmica ativa e formalizada.</p>
            </dd>
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                <h3>Referência</h3>
            </dt>
            <dd class="ac-conteudo desc">
                <p>Para pesquisadores de outros povos indígenas, a indexação do periódico Sami pode servir como referência e incentivo para a criação de publicações científicas em seus próprios idiomas.</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Science Arena – Quando a Revista Científica Sami foi criada e quais eram os principais objetivos?</strong></h2>



<p><strong>Harald Gaski – </strong>Foi criada em 1994. Nesse momento, o governo norueguês foi pressionado ou queria apoiar a criação do periódico. No final da década de 1960, houve uma grande revitalização das culturas indígenas em todo o mundo. Houve a criação do Conselho Mundial dos Povos Indígenas em meados da década de 1970, por exemplo.&nbsp;</p>



<p>Esse momento também foi marcado por um forte componente cultural. Parte da cultura, claro, também era representada pela academia, pelas universidades, pelos estudantes e assim por diante, como no resto do mundo.&nbsp;</p>



<p>Como a língua tem sido uma parte tão importante da cultura Sami, era relevante disponibilizar uma educação melhor em Sami para os estudantes. As autoridades foram pressionadas e tiveram que começar a apoiar cada vez mais a educação Sami, com a ideia de ter educação formal desde o jardim de infância até o nível universitário.&nbsp;</p>



<p>Assim, durante esse processo, vimos a necessidade de ter uma revista acadêmica exclusivamente em Sami. A Universidade Ártica da Noruega e a Universidade de Ciências Aplicadas Sami colaboraram na criação da revista.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A ideia era ter uma publicação exclusivamente com ensaios e artigos na língua desse povo. Portanto, os textos precisavam ser escritos originalmente em Sami, não traduzidos para o idioma. Isso porque a ideia era apoiar o fortalecimento da língua.</p></blockquote></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/04/harald-gaski-retrato.jpeg" alt="Homem branco de cabelos brancos e óculos de armação preta, aparentando entre 65 e 75 anos, de braços cruzados e expressão séria. Veste traje tradicional Sami azul com detalhes em vermelho e broche dourado no peito. Ao fundo, árvores sem folhas e céu com tons rosados de entardecer ártico." class="wp-image-8594" srcset="https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/04/harald-gaski-retrato.jpeg 1200w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/04/harald-gaski-retrato-800x533.jpeg 800w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/04/harald-gaski-retrato-400x267.jpeg 400w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/04/harald-gaski-retrato-768x512.jpeg 768w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2026/04/harald-gaski-retrato-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption class="wp-element-caption">&#8220;Eu queria aprender a escrever melhor na minha própria língua&#8221;, diz Harald Gaski, professor de literatura Sami aposentado e ex-editor da Revista Científica Sami | Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos dizer que há também um fator político desta iniciativa?</strong></h2>



<p>Todos os processos de revitalização dos povos indígenas têm sido pautados por política, cultura e pesquisa, ou melhor, por uma conexão mais estreita do que se vê no mundo ocidental. E não estou dizendo que pesquisas tenham sido politizadas ou algo do tipo, mas o apoio de políticos às atividades culturais e à educação tem sido fundamental. Portanto, foi natural que eles também apoiassem iniciativas como esta revista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a relevância de ter uma publicação como a Revista Científica Sami, que é direcionada majoritariamente a uma população restrita, em uma base global como o DOAJ?</strong></h2>



<p>Pode parecer pura estupidez criar uma revista em uma língua indígena muito pequena, falada por apenas cerca de 30 a 50 mil pessoas, e depois distribuí-la mundialmente. Mas a ideia é, na verdade, um pouco político-cultural.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>É importante ter um periódico indígena reconhecido nesse nível, porque isso contribui na representatividade de povos indígenas e mostra que essas populações também podem ter periódicos acadêmicos nesse grau de excelência.</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Revista Científica Sami e sua inclusão no DOAJ podem ser consideradas uma forma de decolonização no meio das publicações científicas?</strong></h2>



<p>Essa é a esperança, mas eu sou uma pessoa muito modesta, então não acho que haverá uma revolução por causa desse periódico ou dessa inclusão.&nbsp;</p>



<p>Eu acredito que essa adição no DOAJ torna o periódico mais visível, e algumas pessoas podem se perguntar: &#8220;Por que este periódico faz parte desse diretório com uma escala mundial? Deve haver algo de especial nele&#8221;, e talvez elas queiram pesquisar mais a respeito.</p>



<p>Outro ponto é que essa visibilidade pode ter um impacto em outros países, para que outros povos indígenas possam dizer: &#8220;Vejam, este periódico está incluído no DOAJ e escrevem em seu próprio idioma. Então, por que não podemos fazer o mesmo?&#8221;. Mas, claro, o problema é que não há muita verba. Precisamos de muito apoio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o papel dos diferentes atores que participam na criação de uma revista como essa?</strong></h2>



<p>O ideal seria que os próprios povos indígenas estivessem na liderança e contassem com recursos para financiar seus projetos. Assim, poderíamos ter total autonomia. Mas essa não é a realidade da maioria dos povos indígenas.&nbsp;</p>



<p>Ainda precisamos de algum tipo de apoio, vindo de algum lugar. Minha esperança é que demonstrar que este periódico Sami funciona bem, e atende a todos os requisitos para ser considerado uma publicação acadêmica, seja uma boa prova para universidades e autoridades de que isso é possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Você conhece outras iniciativas parecidas com a Revista Científica Sami?</strong></h2>



<p>Tem a <a href="https://journals.sagepub.com/home/ALN" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AlterNative</a>. Eu fiz parte do conselho editorial por um tempo e discutimos a ideia de ter pelo menos um artigo em cada edição em uma língua indígena. Essa é outra maneira de fazermos isso. </p>



<p>[Oficialmente, <a href="https://journals.sagepub.com/overview-metric/ALN?" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a AlterNative afirma em seu site</a> que a revista &#8220;publica artigos em inglês, mas também aceita submissões em línguas indígenas, bem como artigos que já foram publicados em uma língua indígena e traduzidos para o inglês&#8221;.]</p>



<p>Por outro lado, também podemos problematizar essa ideia.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Periódicos sempre trabalharam com a forma escrita, e a maioria das culturas indígenas é oral. Então, outra opção seria ter um podcast em que as pessoas poderiam discutir assuntos de forma mais oral caso não se sintam seguras para escrever. </p></blockquote></figure>



<p>Essa poderia ser uma alternativa, outra possibilidade de disseminar informações sobre os povos indígenas.</p>



<p>Eu ainda gostaria de ver revistas, livros e editoras indígenas no mesmo nível daquelas que existem no mundo ocidental. Isso poderia ajudar a superar visões depreciativas sobre os povos indígenas.</p>
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		<title>Desigualdades na ciência afetam pesquisadores em início de carreira</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/carreiras/desigualdades-na-ciencia-afetam-pesquisadores-inicio-de-carreira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Pierro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 17:59:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[#América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[#carreira acadêmica]]></category>
		<category><![CDATA[#desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[#microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[#publicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Editorial da mBio analisa barreiras enfrentadas por cientistas latino-americanos e de pequenas universidades dos EUA</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12153304/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">editorial publicado na revista científica <em>mBio</em></a>, da Sociedade Americana de Microbiologia, traz um alerta sobre as <strong>desigualdades enfrentadas por pesquisadores em início de carreira na América Latina e em pequenas universidades dos Estados Unidos</strong>.</p>



<p>Publicado no ano passado, o texto chama atenção para a <strong>sub-representação de pesquisadores de países de língua espanhola na América Latina e de instituições de menor porte nos EUA nos grandes bancos de dados científicos internacionais</strong>, apesar da riqueza de produção científica e relevância regional dessas comunidades.</p>



<p>O texto, intitulado <em>“</em><a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12153304/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Common challenges faced by early-career researchers in Latin American and small U.S. universities</em></a><em>”</em>, é assinado por <strong>Daniela Cejas </strong>(Universidade de Buenos Aires, Argentina)<strong>, Fatima Rodriguez Acosta </strong>(Universidade Nacional de Assunção, Paraguai)e<strong> Juan Rivera-Correa </strong>(City University de Nova York, EUA).</p>



<p>Para os autores, fatores estruturais e econômicos — como altos custos de publicação em periódicos de alto impacto (que cobram taxas de processamento de artigos, as APCs), sobrecarga de trabalho docente e administrativo e menor acesso a financiamento competitivo — limitam a capacidade desses cientistas de publicar em revistas de maior prestígio.</p>



<p>No caso da América Latina, essa realidade se soma a <strong>desafios de investimento em pesquisa e desenvolvimento</strong> (P&amp;D), que influenciam diretamente a visibilidade global dos estudos produzidos na região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Perspectivas excluídas</strong></h2>



<p>Os pesquisadores também destacam que essas barreiras não apenas afetam a<strong> trajetória individual dos cientistas em início de carreira</strong>, mas também têm implicações mais amplas para a ciência global, ao <strong>excluir perspectivas científicas importantes</strong>, sobretudo em áreas com elevada diversidade biológica e cargas de doenças endêmicas.</p>



<p>Como caminhos para redução dessas desigualdades, o editorial sugere ações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ajustes em políticas de publicação que considerem contextos econômicos diferenciados;</li>



<li>Iniciativas colaborativas que ampliem o acesso aos recursos editoriais e às redes científicas internacionais.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-pullquote has-text-align-left"><blockquote><p>“As revistas mais influentes do mundo poderiam fazer chamadas específicas para tópicos de pesquisa internacionais em locais sub-representados, particularmente para cientistas que trabalham em áreas endêmicas de infecções, o que seria uma forma direcionada de abordar essas questões”, sugerem os autores.</p></blockquote></figure>



<p>“Enfrentar esse problema e apoiar pesquisadores da América Latina e de pequenas universidades dos EUA proporcionará avanços sustentáveis ​​e duradouros para a pesquisa microbiológica global.”</p>



<p>Inserido no debate sobre ciência e equidade global, o editorial do <em>mBio</em> reforça uma discussão urgente: <strong>a necessidade de tornar a ciência mais inclusiva e representativa</strong> – refletindo a diversidade de contribuições e realidades que existem para além dos centros tradicionais de pesquisa.</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/desigualdades-na-ciencia-afetam-pesquisadores-inicio-de-carreira/">Desigualdades na ciência afetam pesquisadores em início de carreira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
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