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	<title>Conteúdos sobre #imunoterapia | Artigos, Pesquisas e Estudos | Science Arena</title>
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	<description>Science Arena - Ciências da saúde &#124; Para quem vê o mundo através da ciência</description>
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	<title>Conteúdos sobre #imunoterapia | Artigos, Pesquisas e Estudos | Science Arena</title>
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		<title>Bolsa de pós-doc em imuno-oncologia</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/carreiras/imuno-oncologia-bolsa-pos-doutorado-fapesp-einstein/</link>
					<comments>https://www.sciencearena.org/carreiras/imuno-oncologia-bolsa-pos-doutorado-fapesp-einstein/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Pierro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[#câncer]]></category>
		<category><![CDATA[#FAPESP]]></category>
		<category><![CDATA[#imuno-oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[#imunoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[#pós-doutorado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasileiros e estrangeiros podem se candidatar a uma vaga no Centro de Pesquisa em Imuno-oncologia, em São Paulo; inscrições até 31/12</p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/carreiras/imuno-oncologia-bolsa-pos-doutorado-fapesp-einstein/">Bolsa de pós-doc em imuno-oncologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong><a href="https://crio.einstein.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro de Pesquisa em Imuno-oncologia</a></strong> (CRIO), sediado no <strong>Hospital Israelita Albert Einstein</strong>, em São Paulo, abriu <strong>processo seletivo</strong> para um estágio de <strong>pós-doutorado</strong>. As inscrições são até <strong>31/12/2024</strong>, terça-feira.</p>



<p>Os <strong>interessados devem enviar e-mail</strong> para <strong><a href="mailto:crio.einstein@gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crio.einstein@gmail.com</a></strong> com os seguintes documentos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curriculum Vitae;</li>



<li>Carta de interesse;</li>



<li>Dois nomes a serem consultados para recomendação.</li>
</ul>



<p>A vaga está aberta a <strong>brasileiros e estrangeiros</strong>. A pessoa selecionada receberá Bolsa de Pós-Doutorado da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) no valor de R$ 12.000,00 mensais, além de reserva técnica equivalente a 10% do valor anual da bolsa – para atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.</p>



<p>Os requisitos mínimos exigidos são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Proatividade;</li>



<li>Capacidade de trabalhar de forma independente e em equipe;</li>



<li>Experiência prévia em técnicas de biologia molecular;</li>



<li>Experiência prévia em análises de dados utilizando ferramentas de bioinformática;</li>



<li>Experiência comprovada em scRNASeq (protocolos experimentais e análise de dados) será determinante.</li>
</ul>



<p>O bolsista utilizará diversas abordagens experimentais para elucidar o perfil imunológico sistêmico e local e o perfil genético de tumores de pacientes com câncer de pulmão. A finalidade é identificar moléculas, células imunes e redes responsáveis pela indução de uma resposta antitumoral eficaz <em>vs</em>. uma resposta deficiente após intervenção terapêutica em coortes prospectivas e retrospectivas.</p>



<p><a href="https://fapesp.br/oportunidades/estrategias_multiomicas_para_descoberta_de_novos_alvos_imunomoduladores_em_coortes_prospectivas_e_retrospectivas_de_pacientes_com_tumores_ginecologicos/7702/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLIQUE AQUI para saber mais sobre a vaga</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Sobre o CRIO</mark></strong></h2>



<p>O Center for Research in Immuno-oncology (CRIO) foi estabelecido em 2022 a partir e uma cooperação científica entre o Hospital Israelita Albert Einstein, o A.C. Camargo Cancer Center, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, o Hospital Vila Santa Catarina e a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK).</p>



<p>Dirigido pelo imunologista norte-americano <a href="https://www.sciencearena.org/en/essays/immunotherapy-using-checkpoint-inhibitors-brings-new-hope-to-many-cancer-patients-but-there-is-a-need-for-improvement/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kenneth J. Gollob</a>, o CRIO tem como principal objetivo gerar conhecimento que auxilie a superar limitações da chamada imunoterapia.</p>



<p>Imunoterapias ou terapias que visam combater o avanço do câncer pela recuperação ou potencialização do próprio sistema imunológico do paciente provaram funcionar em vários tipos de câncer.</p>



<p>Entretanto, dependendo do tumor, entre 12% e 60% da população não responde ou tem uma baixa resposta ao tratamento. Outra questão são os efeitos colaterais.</p>



<p>Assim, o principal foco científico do CRIO é descobrir e validar alvos imunoreguladores com potencial para induzir fortes respostas anticancerígenas.</p>



<p>Para mais informações, acesse <a href="https://crio.einstein.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://crio.einstein.br/</a></p>



<p><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/109200/centro-para-pesquisa-em-imuno-oncologia-crio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Processo FAPESP: 21/00408-6</a>.</p>
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		<title>Reações à imunoterapia</title>
		<link>https://www.sciencearena.org/entrevistas/reacoes-a-imunoterapia/</link>
					<comments>https://www.sciencearena.org/entrevistas/reacoes-a-imunoterapia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Pierro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2023 23:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[#câncer de pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[#células não-pequenas]]></category>
		<category><![CDATA[#checkpoint imunológico]]></category>
		<category><![CDATA[#imunoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[#oncologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidia Arantes, do Hospital de Amor, busca compreender diferentes respostas ao tratamento de câncer de pulmão </p>
<p>O post <a href="https://www.sciencearena.org/entrevistas/reacoes-a-imunoterapia/">Reações à imunoterapia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sciencearena.org">Science Arena</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lidia Maria Rebolho Batista Arantes é pesquisadora do Hospital de Amor, antigo Hospital de Câncer de Barretos, no interior de São Paulo, onde coordena projeto apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) sobre inibidores de checkpoint imunológico e imunofenotipagem. Seu objetivo é detectar marcadores capazes de identificar os pacientes com câncer de pulmão de células não-pequenas (NSCLC, na sigla em inglês) que reagem e os que não reagem à imunoterapia.</p>



<p>O câncer de pulmão é responsável por 1,6 milhão de mortes por ano – a maior taxa de mortalidade entre todos os tipos de câncer. Dos pacientes com câncer de pulmão, 85% têm NSCLC.</p>



<p>Arantes é formada em biotecnologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), com pós-doutorados no Centro de Pesquisa em Oncologia Molecular do HCB e na Universidade de Pittsburgh, nos Estados. Nessa entrevista, ela fala sobre sua pesquisa e explica o que são checkpoints imunológicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a finalidade de sua pesquisa e o que ela busca resolver?</strong></h2>



<p><strong>Lidia Arantes –</strong> O objetivo da pesquisa que coordeno é identificar marcadores capazes de distinguir pacientes com câncer de pulmão de células não-pequenas respondedores daqueles pacientes não-respondedores à imunoterapia com inibidores de checkpoint imunológico. Em outras palavras, queremos diferenciar os pacientes que respondem ou não respondem à imunoterapia.</p>



<p>A imunoterapia é especialmente indicada para pacientes com doença avançada e metastática. Apesar da alta taxa de resposta à imunoterapia, alguns não respondem – ou adquirem resistência. Assim, nosso projeto visa à caracterização da composição do sistema imune que impulsiona ou impede respostas efetivas a essa terapia.</p>



<p>Nosso objetivo, portanto, é aumentar a taxa de resposta e a qualidade de vida dos pacientes, e o que viabiliza isso é entender como o sistema de defesa do corpo ajuda ou atrapalha a resposta à terapia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1200" height="1200" src="https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-1200x1200.jpeg" alt="" class="wp-image-2720" srcset="https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-1200x1200.jpeg 1200w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-800x800.jpeg 800w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-400x400.jpeg 400w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-768x768.jpeg 768w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-1536x1536.jpeg 1536w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-2048x2048.jpeg 2048w, https://www.sciencearena.org/wp-content/uploads/2023/08/Lidia-Novo-2-1-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption>Lidia Arantes, do Hospital de Amor, em Barretos (SP): projeto visa à caracterização da composição do sistema imune que impulsiona ou impede respostas efetivas à imunoterapia | Foto: Arquivo Pessoal.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são checkpoints imunológicos?</strong></h2>



<p>Os checkpoints imunológicos funcionam como mecanismos de defesa e de modulação da resposta imune, pois são capazes de evitar respostas inflamatórias excessivas ou até mesmo a autoimunidade, após as células de defesa terem encontrado antígenos estranhos e iniciado as cascatas de proliferação das células imunes. Esses “pontos de verificação”, que são expressos em diferentes células do nosso corpo, modulam a homeostase de sinais co-estimulatórios e co-inibitórios, importantes para manter a tolerância imunológica. Ajudam a regular a resposta imunológica, funcionando como pontos de verificação que evitam respostas inflamatórias excessivas, ou “calibram” sinais estimulatórios e inibitórios que mantêm a resposta imune equilibrada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Q</strong><strong>uais são as especificidades do carcinoma de pulmão de células não pequenas? </strong><strong></strong></h2>



<p>O câncer de pulmão de células não pequenas corresponde a 85% dos casos de câncer de pulmão, e pode ser subdividido em três principais tipos: adenocarcinoma, carcinoma de células escamosas e carcinoma de células grandes.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><em>O adenocarcinoma é o subtipo mais prevalente, compreendendo cerca de 40% dos casos, e acomete a periferia do pulmão, originando-se nas células epiteliais das pequenas vias aéreas.</em></p></blockquote></figure>



<p>O crescimento tumoral é mais lento, o que possibilita o diagnóstico em estágios iniciais. Além disso, as altas taxas de incidência do adenocarcinoma podem estar relacionadas à amplitude do acometimento desse tumor, uma vez que afeta homens e mulheres, fumantes ou não fumantes, independentemente da idade. </p>



<p>O segundo mais incidente é o carcinoma de células escamosas, representando de 25% a 30% de todos os casos. Este é fortemente relacionado ao tabagismo e apresenta origem nas células basais do epitélio das vias aéreas. O terceiro mais incidente é o carcinoma de células grandes, que representa cerca de 5% a 10% dos casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Q</strong><strong>uais os resultados preliminares já obtidos?</strong></h2>



<p>No momento ainda estamos fazendo a inclusão prospectiva dos pacientes no estudo, com a coleta de amostras biológicas. Esta coorte [amostra de pacientes incluídos no estudo] é composta por 52,6% de pacientes do sexo masculino, com idade variando de 51 a 66 anos. Apenas 15,8% dos pacientes declararam nunca terem fumado, seguidos por 47,4% de pacientes que são ex-fumantes e 21% que são fumantes ativos. O tipo histológico mais prevalente foi o adenocarcinoma com 68,4% dos casos, seguido de 26,3% de carcinoma de células escamosas. Nesta casuística, predominou-se o estadiamento [etapa da doença] avançado, sendo 52,6% estádio III e 47,4% estádio IV. O tecido fixado em formalina e embebido em parafina mostrou positividade para PD-L1 em ​​57,9% dos casos e mutação KRAS em 31,6%.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que significa “positividade para PD-L1”?</strong><strong></strong></h2>



<p>Significa a presença dessa proteína na superfície das células tumorais, que faz com que o corpo não reconheça tais células como alteradas. Alteração no gene KRAS leva à ativação contínua da proteína, fazendo com que as células cresçam e se dividam de forma descontrolada. Além disso, o medicamento pembrolizumabe (52,6%) foi o tratamento mais frequente, seguido de durvalumabe (31,6%) e nivolumabe (10,5%). </p>



<p>Novas análises estão em andamento e os resultados obtidos poderão ser aplicados na prática clínica, permitindo um melhor desenho prognóstico, além do desenvolvimento de novos regimes terapêuticos, contribuindo para melhores taxas de sobrevida e qualidade de vida. Embora a imunoterapia represente um grande avanço no tratamento do NSCLC, ainda apresenta desafios que precisam ser superados para beneficiar um maior número de pacientes.</p>
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